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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

52º Congresso anual Vol. 52 , num. 1 (1997)


Título

A ABSORÇÃO DE HIDROGÊNIO NA CORROSÃO POR FRESTAS DO AÇO EM MEIOS QUE SIMULAM O CONCRETO

A ABSORÇÃO DE HIDROGÊNIO NA CORROSÃO POR FRESTAS DO AÇO EM MEIOS QUE SIMULAM O CONCRETO

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00023-361-373

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Resumo

Uma das formas possíveis de corrosão dos materiais constituintes do concreto armado é a corrosão por fresta de sua estrutura metálica. Este processo é acompanhado pela acidificação da solução da fresta, a qual poderia eventualmente produzir as condições necessárias para a absorção de hidrogênio e consequente fragilização do aço. Com o objetivo de delimitar estas condições, adaptou-se uma fresta artificial a uma membrana de aço AISI 1010, constituindo-se uma dupla célula modificada de permeação de hidrogênio. Foram variados os parâmetros: concentração de cloreto, pH do meio e espessura da fresta, determinando-se a taxa de absorção de hidrogênio por meio da densidade de corrente de permeação através de uma membrana de aço. A nucleação da corrosão por fresta ocorreu após um período de aproximadamente 1 h, provocando também absorção de hidrogênio pelo aço. Maiores concentrações de cloreto produzem maiores taxas de absorção de hidrogênio. A solução contida na fresta sofre isolamento do restante da solução pela formação de uma parede de magnetita. Isto explica a pouca influência da espessura da fresta na absorção de hidrogênio (H), para frestas com corrosão já nucleada. Em valores mais baixos de pH ocorre a dissolução parcial da parede e aumento da taxa de absorção de hidrogênio.

 

Uma das formas possíveis de corrosão dos materiais constituintes do concreto armado é a corrosão por fresta de sua estrutura metálica. Este processo é acompanhado pela acidificação da solução da fresta, a qual poderia eventualmente produzir as condições necessárias para a absorção de hidrogênio e consequente fragilização do aço. Com o objetivo de delimitar estas condições, adaptou-se uma fresta artificial a uma membrana de aço AISI 1010, constituindo-se uma dupla célula modificada de permeação de hidrogênio. Foram variados os parâmetros: concentração de cloreto, pH do meio e espessura da fresta, determinando-se a taxa de absorção de hidrogênio por meio da densidade de corrente de permeação através de uma membrana de aço. A nucleação da corrosão por fresta ocorreu após um período de aproximadamente 1 h, provocando também absorção de hidrogênio pelo aço. Maiores concentrações de cloreto produzem maiores taxas de absorção de hidrogênio. A solução contida na fresta sofre isolamento do restante da solução pela formação de uma parede de magnetita. Isto explica a pouca influência da espessura da fresta na absorção de hidrogênio (H), para frestas com corrosão já nucleada. Em valores mais baixos de pH ocorre a dissolução parcial da parede e aumento da taxa de absorção de hidrogênio.

Palavras-chave

corrosão por fresta, permeação de hidrogênio, aço para concreto, fragilização, cloreto

corrosão por fresta, permeação de hidrogênio, aço para concreto, fragilização, cloreto

Como citar

Atz, Nara Regina; Dick, Luís Frederico P.. A ABSORÇÃO DE HIDROGÊNIO NA CORROSÃO POR FRESTAS DO AÇO EM MEIOS QUE SIMULAM O CONCRETO, p. 361-373. In: 52º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00023-361-373