ISSN 2594-5327
51º Congresso anual — Vol. 51 , num. 1 (1996)
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Resumo
A resistência ao desgaste abrasivo de vários aços carbono e de ferros fundidos nodulares foi estudada utilizando um esclerômetro pendular instrumentado. Foram estudados aços 1020, 1045 e 1080 assim como ferros fundidos nodulares de matriz ferrítica e perlítica. O efeito da presença da grafita também foi analisado. O esclerômetro utilizado consiste num pêndulo para ensaio Charpy modificado com um porta amostra e um porta ferramentas onde uma barra de 8 x 10 x 55 mm é riscada com uma ferramenta de carboneto de tungstênio, com geometria piramidal. Ao porta ferramenta foi adaptado uma célula de carga que permite medir as forças tangencial e normal durante o ensaio, através de um sistema de aquisição de dados. A energia absorvida medida no ensaio é compatível com aquela calculada, utilizando modelo que relaciona a força tangencial e o deslocamento do pêndulo em contato com a amostra. O ensaio permite avaliar o coeficiente de atrito entre a ferramenta e o material ensaiado. Este coeficiente foi maior para o aço 1020; intermediário para um aço 1080 e menor para um ferro fundido nodular perlítico. Verificou-se a existência de variações dinâmicas nas forças medidas que no presente momento supõem-se relacionadas aos detritos observados na canaleta produzida durante o ensaio; outras pesquisas estão sendo feitas para avaliar quantitativamente este fenômeno.
A resistência ao desgaste abrasivo de vários aços carbono e de ferros fundidos nodulares foi estudada utilizando um esclerômetro pendular instrumentado. Foram estudados aços 1020, 1045 e 1080 assim como ferros fundidos nodulares de matriz ferrítica e perlítica. O efeito da presença da grafita também foi analisado. O esclerômetro utilizado consiste num pêndulo para ensaio Charpy modificado com um porta amostra e um porta ferramentas onde uma barra de 8 x 10 x 55 mm é riscada com uma ferramenta de carboneto de tungstênio, com geometria piramidal. Ao porta ferramenta foi adaptado uma célula de carga que permite medir as forças tangencial e normal durante o ensaio, através de um sistema de aquisição de dados. A energia absorvida medida no ensaio é compatível com aquela calculada, utilizando modelo que relaciona a força tangencial e o deslocamento do pêndulo em contato com a amostra. O ensaio permite avaliar o coeficiente de atrito entre a ferramenta e o material ensaiado. Este coeficiente foi maior para o aço 1020; intermediário para um aço 1080 e menor para um ferro fundido nodular perlítico. Verificou-se a existência de variações dinâmicas nas forças medidas que no presente momento supõem-se relacionadas aos detritos observados na canaleta produzida durante o ensaio; outras pesquisas estão sendo feitas para avaliar quantitativamente este fenômeno.
Palavras-chave
Resistência ao desgaste, ensaios, esclerometria pendular
Resistência ao desgaste, ensaios, esclerometria pendular
Como citar
VelezR., Juan Manuel; Martins, João Alcino A.; Tschiptschin, Andre Paulo.
A Esclerometria Pendular Instrumentada como Técnica de Estudo e Avaliação do Desgaste Abrasivo,
p. 3416-3431.
In: 51º Congresso anual,
Porto Alegre, Brasil,
1996.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-51v5-477-492