ISSN 2594-5327
52º Congresso anual — Vol. 52 , num. 1 (1997)
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Resumo
A busca de aços mais resistentes à fragilização por hidrogênio (FH) tem-se dado basicamente por dois princípios: a obtenção de aços com um coeficiente de difusão de hidrogênio mais baixo e de aços contendo defeitos cristalinos, armadilhas, os quais poderiam reter uma certa quantidade de hidrogênio. Nestes dois enfoques, se estaria no máximo retardando o fenômeno da fragilização. Por este motivo, estamos buscando um princípio diferente para o desenvolvimento de novos aços resistentes a FH. A introdução de elementos de liga específicos, como estamos demonstrando, pode deslocar o equilíbrio das reações envolvidas na deposição e absorção de hidrogênio, de forma a reduzir permanentemente a concentração máxima de H atingível no aço. Como sistema modelo foi escolhido o estanho, o qual possui uma baixa corrente de troca para a redução de H e tem uma solubilidade de ca. 5 at.% no Fe. Implantou-se superficialmente uma dose de 10¹⁶at. Sn/cm², com uma energia de 80keV. Através de ensaios de eletropermeação, obteve-se tanto em NaOH 0,1M como em Na₂SO₄ 0,1M, uma surpreendente redução de um fator 2 na concentração de H dissolvido no Fe, para polarizações catódicas num intervalo de 2V.
A busca de aços mais resistentes à fragilização por hidrogênio (FH) tem-se dado basicamente por dois princípios: a obtenção de aços com um coeficiente de difusão de hidrogênio mais baixo e de aços contendo defeitos cristalinos, armadilhas, os quais poderiam reter uma certa quantidade de hidrogênio. Nestes dois enfoques, se estaria no máximo retardando o fenômeno da fragilização. Por este motivo, estamos buscando um princípio diferente para o desenvolvimento de novos aços resistentes a FH. A introdução de elementos de liga específicos, como estamos demonstrando, pode deslocar o equilíbrio das reações envolvidas na deposição e absorção de hidrogênio, de forma a reduzir permanentemente a concentração máxima de H atingível no aço. Como sistema modelo foi escolhido o estanho, o qual possui uma baixa corrente de troca para a redução de H e tem uma solubilidade de ca. 5 at.% no Fe. Implantou-se superficialmente uma dose de 10¹⁶at. Sn/cm², com uma energia de 80keV. Através de ensaios de eletropermeação, obteve-se tanto em NaOH 0,1M como em Na₂SO₄ 0,1M, uma surpreendente redução de um fator 2 na concentração de H dissolvido no Fe, para polarizações catódicas num intervalo de 2V.
Palavras-chave
absorção de hidrogênio, ferro, estanho
absorção de hidrogênio, ferro, estanho
Como citar
Coelho, Marcus Vinícius Farret; Dick, Luís Frederico Pinheiro.
A INFLUÊNCIA DO ESTANHO NA ABSORÇÃO DE HIDROGÊNIO PELO FERRO,
p. 1195-1201.
In: 52º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00077-1195-1201