ISSN 2594-5327
52º Congresso anual — Vol. 52 , num. 1 (1997)
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Resumo
Este trabalho traz inicialmente uma breve revisão dos fatores que afetam a aderência de revestimentos depositados por aspersão térmica e de alguns aspectos fundamentais dos processos a chama oxiacetilênica (FS), arco elétrico (ASP) e chama de alta velocidade (HVOF). Através da metodologia de Taguchi para o planejamento experimental buscou-se avaliar o efeito dos parâmetros de processo, na aspersão térmica do alumínio por FS, ASP e HVOF, considerando como fatores variáveis a distância pistola-substrato, grau de limpeza e preaquecimento, e como respostas as características das camadas: aderência (avaliada por ensaios de tração e dobramento) e porosidade. Na deposição do alumínio pelo processo FS o preaquecimento do substrato torna-se fundamental para garantir o cumprimento dos requisitos das normas da Petrobrás e da AWS, só podendo ser dispensado para esse processo quando utilizadas camadas de ligação de NiAl e aço inoxidável martensítico. Nos processos ASP e HVOF o revestimento de alumínio mostra excelente desempenho mesmo sem preaquecimento, sendo qualificados por ensaios de tração e dobramento. São comentadas as condições experimentais que permitem baixos níveis de porosidade relativamente a dados da literatura.
Este trabalho traz inicialmente uma breve revisão dos fatores que afetam a aderência de revestimentos depositados por aspersão térmica e de alguns aspectos fundamentais dos processos a chama oxiacetilênica (FS), arco elétrico (ASP) e chama de alta velocidade (HVOF). Através da metodologia de Taguchi para o planejamento experimental buscou-se avaliar o efeito dos parâmetros de processo, na aspersão térmica do alumínio por FS, ASP e HVOF, considerando como fatores variáveis a distância pistola-substrato, grau de limpeza e preaquecimento, e como respostas as características das camadas: aderência (avaliada por ensaios de tração e dobramento) e porosidade. Na deposição do alumínio pelo processo FS o preaquecimento do substrato torna-se fundamental para garantir o cumprimento dos requisitos das normas da Petrobrás e da AWS, só podendo ser dispensado para esse processo quando utilizadas camadas de ligação de NiAl e aço inoxidável martensítico. Nos processos ASP e HVOF o revestimento de alumínio mostra excelente desempenho mesmo sem preaquecimento, sendo qualificados por ensaios de tração e dobramento. São comentadas as condições experimentais que permitem baixos níveis de porosidade relativamente a dados da literatura.
Palavras-chave
aspersão térmica, alumínio, aderência
aspersão térmica, alumínio, aderência
Como citar
Paredes, Ramón Cortés; Buschinelli, Augusto J.A.; Piza, Marcelo T..
Aderência e Microestrutura de Revestimentos de Alumínio Depositados por Três Processos de Aspersão Térmica,
p. 108-126.
In: 52º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00009-108-126