ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
Os reparos localizados superficiais de estruturas de concreto com corrosão de armaduras são o objeto deste estudo, pois o mercado oferece diversas marcas de argamassas para esse fim e não há normas para esses produtos. Em pesquisa inicial de Medeiros; Selmo (2003) foram estudados treze tipos de argamassas de reparo, sendo seis de preparo em obra e sete industrializadas. As propriedades físicas e mecânicas intrínsecas das argamassas foram estudadas e critérios foram propostos para a sua classificação, sendo aqui inicialmente apresentado um resumo daqueles resultados. Neste artigo, o objetivo é a análise dos níveis de proteção oferecidos pelas argamassas ao aço carbono, em corpos-de-prova com quatro barras imersas, com condições de exposição não agressivas, umidade relativa baixa a moderada (50 % e 60-80 %), desde 3 dias da moldagem. Pelos diagramas de Bode, |Z|, constatou-se uma redução da impedância do aço em todas as argamassas na idade entre 28 e 63 dias, o que foi confirmado pelas duas idades de longo prazo (520 e 650 dias). É provável que a hidratação das argamassas tenha interferido nas medidas de impedância nas primeiras idades e até 28 dias. A pesquisa agora prossegue para a análise da estabilidade da impedância oferecida ao aço pelas argamassas, em condições de ciclagem mais agressivas.
Os reparos localizados superficiais de estruturas de concreto com corrosão de armaduras são o objeto deste estudo, pois o mercado oferece diversas marcas de argamassas para esse fim e não há normas para esses produtos. Em pesquisa inicial de Medeiros; Selmo (2003) foram estudados treze tipos de argamassas de reparo, sendo seis de preparo em obra e sete industrializadas. As propriedades físicas e mecânicas intrínsecas das argamassas foram estudadas e critérios foram propostos para a sua classificação, sendo aqui inicialmente apresentado um resumo daqueles resultados. Neste artigo, o objetivo é a análise dos níveis de proteção oferecidos pelas argamassas ao aço carbono, em corpos-de-prova com quatro barras imersas, com condições de exposição não agressivas, umidade relativa baixa a moderada (50 % e 60-80 %), desde 3 dias da moldagem. Pelos diagramas de Bode, |Z|, constatou-se uma redução da impedância do aço em todas as argamassas na idade entre 28 e 63 dias, o que foi confirmado pelas duas idades de longo prazo (520 e 650 dias). É provável que a hidratação das argamassas tenha interferido nas medidas de impedância nas primeiras idades e até 28 dias. A pesquisa agora prossegue para a análise da estabilidade da impedância oferecida ao aço pelas argamassas, em condições de ciclagem mais agressivas.
Palavras-chave
argamassa de reparo, corrosão aço, impedância, proteção catódica, estruturas de concreto
argamassa de reparo, corrosão aço, impedância, proteção catódica, estruturas de concreto
Como citar
Spinelli, Bertolo, Renata; Medeiros, Farias, Marcelo Henrique; Castanho, Galeni, Patrícia; Souza, Selmo, Sílvia Maria de.
ARGAMASSAS DE REPARO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO – MEDIDAS DA IMPEDÂNCIA DE PROTEÇÃO DO AÇO,
p. 2052-2061.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3931