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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

52º Congresso anual Vol. 52 , num. 1 (1997)


Título

Aspectos Microestruturais da Cura de Pelotas Auto-Redutoras Aglomeradas com Cimento

Aspectos Microestruturais da Cura de Pelotas Auto-Redutoras Aglomeradas com Cimento

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00316-4935-4964

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Resumo

O processo de auto-redução, entre os processos emergentes de produção de gusa, é uma das alternativas viáveis que está se despontando industrialmente. Neste processo, quando se usa cimento como aglomerante, a resistência a frio das pelotas é conferida pelas reações de hidratação. Estas reações geram produtos com morfologias distintas, que conferem diferentes resultados na resistência a frio das pelotas. O trabalho experimental foi realizado com o objetivo de identificar as morfologias dos produtos formados durante a cura de pelotas auto-redutoras de minério de ferro contendo carvão mineral e teores variáveis de cimento. Verificou-se a presença de produtos com diversas morfologias, desde aquelas que são longas e grandes até as mais finas, estas identificadas como gel de silicato de cálcio hidratado. Esta morfologia fina confere maior resistência às pelotas, e estas formas finas ocorrem com teores de cimento acima de 6% na mistura. Teores menores que 5% de cimento produzem predominantemente produtos grandes e alongados, com baixa propriedade de ligação entre as partículas.

 

O processo de auto-redução, entre os processos emergentes de produção de gusa, é uma das alternativas viáveis que está se despontando industrialmente. Neste processo, quando se usa cimento como aglomerante, a resistência a frio das pelotas é conferida pelas reações de hidratação. Estas reações geram produtos com morfologias distintas, que conferem diferentes resultados na resistência a frio das pelotas. O trabalho experimental foi realizado com o objetivo de identificar as morfologias dos produtos formados durante a cura de pelotas auto-redutoras de minério de ferro contendo carvão mineral e teores variáveis de cimento. Verificou-se a presença de produtos com diversas morfologias, desde aquelas que são longas e grandes até as mais finas, estas identificadas como gel de silicato de cálcio hidratado. Esta morfologia fina confere maior resistência às pelotas, e estas formas finas ocorrem com teores de cimento acima de 6% na mistura. Teores menores que 5% de cimento produzem predominantemente produtos grandes e alongados, com baixa propriedade de ligação entre as partículas.

Palavras-chave

auto-redução, cura, microestrutura

auto-redução, cura, microestrutura

Como citar

Takano, Cyro. Aspectos Microestruturais da Cura de Pelotas Auto-Redutoras Aglomeradas com Cimento, p. 4935-4964. In: 52º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00316-4935-4964