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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

51º Congresso anual Vol. 51 , num. 1 (1996)


Título

AVALIAÇÃO DA CORROSÃO SOB TENSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS CONVENCIONAIS E DUPLEX, EM MEIOS CONTENDO CLORETOS EM EBULIÇÃO

AVALIAÇÃO DA CORROSÃO SOB TENSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS CONVENCIONAIS E DUPLEX, EM MEIOS CONTENDO CLORETOS EM EBULIÇÃO

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-51v3-567-580

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Resumo

Neste trabalho foram comparadas as características de resistência à corrosão de aços inoxidáveis ferríticos e austeníticos com as de dois aços duplex – um nacional e outro importado. Os meios estudados estavam constituídos por soluções aquosas aeradas contendo 35 e 42% (peso) de MgCl₂ e água de mar, sintética, em ebulição. Foram realizados ensaios de polarização potenciodinâmica e estudos de corrosão sob tensão utilizando a técnica de carga constante do eletrodo. Para os aços duplex foram também obtidos valores limiares de intensidade de tensão através do emprego da Mecânica de Fratura Linear Elástica. Os aços duplex mostraram uma resistência à corrosão um pouco melhor do que os aços austeníticos para soluções com 42% de MgCl₂. Em água de mar sintética, estes materiais resistiram à corrosão sob tensão até em níveis de carga correspondentes ao limite de escoamento. Ainda nestas soluções, estas ligas apresentaram potenciais de pite muito superiores aos dos aços inoxidáveis austeníticos e ferríticos estudados.

 

Neste trabalho foram comparadas as características de resistência à corrosão de aços inoxidáveis ferríticos e austeníticos com as de dois aços duplex – um nacional e outro importado. Os meios estudados estavam constituídos por soluções aquosas aeradas contendo 35 e 42% (peso) de MgCl₂ e água de mar, sintética, em ebulição. Foram realizados ensaios de polarização potenciodinâmica e estudos de corrosão sob tensão utilizando a técnica de carga constante do eletrodo. Para os aços duplex foram também obtidos valores limiares de intensidade de tensão através do emprego da Mecânica de Fratura Linear Elástica. Os aços duplex mostraram uma resistência à corrosão um pouco melhor do que os aços austeníticos para soluções com 42% de MgCl₂. Em água de mar sintética, estes materiais resistiram à corrosão sob tensão até em níveis de carga correspondentes ao limite de escoamento. Ainda nestas soluções, estas ligas apresentaram potenciais de pite muito superiores aos dos aços inoxidáveis austeníticos e ferríticos estudados.

Palavras-chave

corrosão sob tensão, aço inoxidáveis, cloretos

corrosão sob tensão, aço inoxidáveis, cloretos

Como citar

Cândido, Luiz Cláudio; Villegas, Edwin Auza. AVALIAÇÃO DA CORROSÃO SOB TENSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS CONVENCIONAIS E DUPLEX, EM MEIOS CONTENDO CLORETOS EM EBULIÇÃO, p. 2138-2151. In: 51º Congresso anual, Porto Alegre, Brasil, 1996.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-51v3-567-580