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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

55º Congresso anual Vol. 55 , num. 1 (2000)


Título

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE NÍQUEL QUÍMICO COM INCORPORAÇÃO DE PARTÍCULAS

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE NÍQUEL QUÍMICO COM INCORPORAÇÃO DE PARTÍCULAS

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00766

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Resumo

Em diversos estudos publicados já foi comprovado que a formação de compósitos níquel-alumina ou níquel-carbeto de silício aumenta a resistência ao desgaste em comparação ao níquel apenas. No entanto, é mencionada que a incorporação desta segunda fase (no caso, a alumina ou o carbeto de silício) dispersa em uma matriz metálica reduz a resistência à corrosão em relação ao níquel sem incorporação de partículas. Já são conhecidas as propriedades de dureza que melhoram com relação à resistência ao desgaste, abrasão e corrosão. Este trabalho relata o estudo desta nova resistência à corrosão dos compósitos de revestimentos obtidos em meios controladamente. Os métodos utilizados para avaliação da resistência à corrosão foram: voltametria cíclica (em NaCl 0,6N) e dissolução cíclica deste revestimento. Os resultados mostraram que o revestimento compósito Ni-Al₂O₃ apresentou menor resistência à corrosão que o revestimento Ni-P, enquanto que o revestimento compósito Ni-SiC por sua vez apresentou resistência à corrosão superior ao compósito Ni-SiC. No entanto, a resistência à corrosão do compósito se torna dependente da partícula que será incorporada.

 

Em diversos estudos publicados já foi comprovado que a formação de compósitos níquel-alumina ou níquel-carbeto de silício aumenta a resistência ao desgaste em comparação ao níquel apenas. No entanto, é mencionada que a incorporação desta segunda fase (no caso, a alumina ou o carbeto de silício) dispersa em uma matriz metálica reduz a resistência à corrosão em relação ao níquel sem incorporação de partículas. Já são conhecidas as propriedades de dureza que melhoram com relação à resistência ao desgaste, abrasão e corrosão. Este trabalho relata o estudo desta nova resistência à corrosão dos compósitos de revestimentos obtidos em meios controladamente. Os métodos utilizados para avaliação da resistência à corrosão foram: voltametria cíclica (em NaCl 0,6N) e dissolução cíclica deste revestimento. Os resultados mostraram que o revestimento compósito Ni-Al₂O₃ apresentou menor resistência à corrosão que o revestimento Ni-P, enquanto que o revestimento compósito Ni-SiC por sua vez apresentou resistência à corrosão superior ao compósito Ni-SiC. No entanto, a resistência à corrosão do compósito se torna dependente da partícula que será incorporada.

Palavras-chave

níquel, químico, compósito, corrosão

níquel, químico, compósito, corrosão

Como citar

Malfatti, Célia de Fraga; Klein, Claudia Wilrich; Manhabosco, Taise Matte; Ferreira, Jane Zoppas. AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE NÍQUEL QUÍMICO COM INCORPORAÇÃO DE PARTÍCULAS, p. 234-242. In: 55º Congresso anual, Rio de Janeiro, Brasil, 2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00766