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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

54º Congresso anual Vol. 54 , num. 1 (1999)


Título

COMPARAÇÃO ENTRE TAMANHOS DE GRÃO OBTIDOS POR SIMULAÇÃO PELO MÉTODO DE MONTE CARLO E RESULTANTES DE RECOZIMENTO DE AÇO SI GNO.

COMPARAÇÃO ENTRE TAMANHOS DE GRÃO OBTIDOS POR SIMULAÇÃO PELO MÉTODO DE MONTE CARLO E RESULTANTES DE RECOZIMENTO DE AÇO SI GNO.

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00650

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Resumo

A simulação do crescimento de grão pelo método de Monte Carlo foi utilizada para prever tamanhos de grão de ligas monofásicas submetidas a tratamentos de recozimento em temperaturas elevadas. O método consiste em considerar uma amostra como uma matriz quadrada onde cada elemento de volume do material é representado por um valor numérico inteiro que indica a sua hipotética orientação cristalográfica. Porções contíguas da matriz com um mesmo valor constituem os grãos. As interações atômicas são simuladas através dos contornos de grão por um procedimento interativo. As energias dos elementos da matriz são calculadas considerando sua orientação cristalográfica atual. Em seguida é atribuída aleatoriamente uma nova orientação, aleatória, para a qual calcula-se, novamente, a energia. Os valores de energia são comparados e a orientação que minimiza a energia prevalece. Este procedimento de minimização de energia no processo realizado por autômatos celulares. Foram feitas simulações de Monte Carlo a partir de matrizes com distribuição de tamanhos de grãos semelhantes às de amostras de aço Si GNO originais. Os resultados obtidos foram comparados com os medidos em amostras de aço Si GNO tratados termicamente a 850°C por tempos crescentes entre 0,5 e 20 horas. Para estabelecer uma relação linear entre os tempos de tratamento térmico e os passos de Monte Carlo foi necessário introduzir um fator de atenuação no algoritmo computacional.

 

A simulação do crescimento de grão pelo método de Monte Carlo foi utilizada para prever tamanhos de grão de ligas monofásicas submetidas a tratamentos de recozimento em temperaturas elevadas. O método consiste em considerar uma amostra como uma matriz quadrada onde cada elemento de volume do material é representado por um valor numérico inteiro que indica a sua hipotética orientação cristalográfica. Porções contíguas da matriz com um mesmo valor constituem os grãos. As interações atômicas são simuladas através dos contornos de grão por um procedimento interativo. As energias dos elementos da matriz são calculadas considerando sua orientação cristalográfica atual. Em seguida é atribuída aleatoriamente uma nova orientação, aleatória, para a qual calcula-se, novamente, a energia. Os valores de energia são comparados e a orientação que minimiza a energia prevalece. Este procedimento de minimização de energia no processo realizado por autômatos celulares. Foram feitas simulações de Monte Carlo a partir de matrizes com distribuição de tamanhos de grãos semelhantes às de amostras de aço Si GNO originais. Os resultados obtidos foram comparados com os medidos em amostras de aço Si GNO tratados termicamente a 850°C por tempos crescentes entre 0,5 e 20 horas. Para estabelecer uma relação linear entre os tempos de tratamento térmico e os passos de Monte Carlo foi necessário introduzir um fator de atenuação no algoritmo computacional.

Palavras-chave

Aço Si GNO, crescimento de grão, Método de Monte Carlo

Aço Si GNO, crescimento de grão, Método de Monte Carlo

Como citar

Blikstein, Paulo; Takanohashi, Rubens; Landgraf, Fernando José Gomes; Tschiptschin, André Paulo. COMPARAÇÃO ENTRE TAMANHOS DE GRÃO OBTIDOS POR SIMULAÇÃO PELO MÉTODO DE MONTE CARLO E RESULTANTES DE RECOZIMENTO DE AÇO SI GNO., p. 1182-1192. In: 54º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00650