ISSN 2594-5327
51º Congresso anual — Vol. 51 , num. 1 (1996)
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Resumo
Durante a fabricação do aço em fornos elétricos a arco, 1 a 2% da carga é convertida a pó, o qual é coletado pelos filtros de manga. Este resíduo contém elementos indesejáveis (Zn, Pb, etc.), quando se visa o seu descarte. Processos econômicos alternativos para a reciclagem desse resíduo são importantes para a indústria do aço. Com este objetivo, estudou-se o comportamento a frio e a quente de pelotas auto-redutoras de resíduo de aciaria elétrica, utilizando cimento Portland e escória de alto-forno como aglomerantes, com o intuito de aproveitá-las nos processos de auto-redução. O comportamento a frio consistiu no acompanhamento da evolução da resistência à compressão a frio até o 28º dia de cura, variando-se a quantidade e o tipo de aglomerante. Já o comportamento a quente consistiu na realização de ensaios de crepitação (choque térmico), redução, inchamento (variação volumétrica) e resistência à compressão após aquecimento. Os melhores resultados tanto a frio como a quente foram proporcionados por pelotas com 5% de cimento Portland, ou seja, a crepitação foi evitada e o inchamento bastante minimizado em pelotas de 7 mm de diâmetro. Os resultados indicaram que o processo de auto-redução é um meio alternativo para a destinação do resíduo de aciaria elétrica.
Durante a fabricação do aço em fornos elétricos a arco, 1 a 2% da carga é convertida a pó, o qual é coletado pelos filtros de manga. Este resíduo contém elementos indesejáveis (Zn, Pb, etc.), quando se visa o seu descarte. Processos econômicos alternativos para a reciclagem desse resíduo são importantes para a indústria do aço. Com este objetivo, estudou-se o comportamento a frio e a quente de pelotas auto-redutoras de resíduo de aciaria elétrica, utilizando cimento Portland e escória de alto-forno como aglomerantes, com o intuito de aproveitá-las nos processos de auto-redução. O comportamento a frio consistiu no acompanhamento da evolução da resistência à compressão a frio até o 28º dia de cura, variando-se a quantidade e o tipo de aglomerante. Já o comportamento a quente consistiu na realização de ensaios de crepitação (choque térmico), redução, inchamento (variação volumétrica) e resistência à compressão após aquecimento. Os melhores resultados tanto a frio como a quente foram proporcionados por pelotas com 5% de cimento Portland, ou seja, a crepitação foi evitada e o inchamento bastante minimizado em pelotas de 7 mm de diâmetro. Os resultados indicaram que o processo de auto-redução é um meio alternativo para a destinação do resíduo de aciaria elétrica.
Palavras-chave
Reciclagem, Auto-redução
Reciclagem, Auto-redução
Como citar
Mantovani, Mario Cesar; Takano, Cyro.
COMPORTAMENTO DE PELOTAS AUTO-REDUTORAS DE RESÍDUO DE ACIARIA ELÉTRICA,
p. 2600-2617.
In: 51º Congresso anual,
Porto Alegre, Brasil,
1996.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-51v4-273-290