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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

54º Congresso anual Vol. 54 , num. 1 (1999)


Título

COMPORTAMENTO FLUIDODINÂMICO DO SISTEMA CLORO – SILÍCIO

COMPORTAMENTO FLUIDODINÂMICO DO SISTEMA CLORO – SILÍCIO

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00641

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Resumo

Nos estudos das reações gás – sólido é importante a determinação das condições do leito, onde possam ser identificadas as situações de leito fixo, de fluidização ou arraste de partículas. Neste sentido, foi realizado um estudo do comportamento fluidodinâmico da cloração do silício para o sistema cloro – silício em função das condições preliminares de fluidização a frio para diferentes faixas granulométricas de silício grau metalúrgico. A partir do Diagrama de Grace foi constatado que todas as partículas grosseiras (–14+4 malhas Tyler) com diâmetros mínimo, médio, máximo, não fluidizam, enquanto que, para as amostras de silício (–65+200 malhas Tyler), para todos os diâmetros, o leito encontra-se fluidizado nas temperaturas de 500°C e de 700°C. Observou-se que para granulometrias muito finas de silício ocorre leito em regime de arraste. Conclui-se que faixas granulométricas de baixa granulometria fina fluidizam em condições não ideais para transferência de massa e calor no leito.

 

Nos estudos das reações gás – sólido é importante a determinação das condições do leito, onde possam ser identificadas as situações de leito fixo, de fluidização ou arraste de partículas. Neste sentido, foi realizado um estudo do comportamento fluidodinâmico da cloração do silício para o sistema cloro – silício em função das condições preliminares de fluidização a frio para diferentes faixas granulométricas de silício grau metalúrgico. A partir do Diagrama de Grace foi constatado que todas as partículas grosseiras (–14+4 malhas Tyler) com diâmetros mínimo, médio, máximo, não fluidizam, enquanto que, para as amostras de silício (–65+200 malhas Tyler), para todos os diâmetros, o leito encontra-se fluidizado nas temperaturas de 500°C e de 700°C. Observou-se que para granulometrias muito finas de silício ocorre leito em regime de arraste. Conclui-se que faixas granulométricas de baixa granulometria fina fluidizam em condições não ideais para transferência de massa e calor no leito.

Palavras-chave

cloração, silício, fluidodinâmica

cloração, silício, fluidodinâmica

Como citar

Seo, Emilia Satoshi Miyamanu; Brocchi, Eduardo de Albuquerque; Carvalho, Roberto José de. COMPORTAMENTO FLUIDODINÂMICO DO SISTEMA CLORO – SILÍCIO, p. 1099-1108. In: 54º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00641