ISSN 2594-5327
52º Congresso anual — Vol. 52 , num. 1 (1997)
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Resumo
Este trabalho apresenta uma revisão bibliográfica sobre modelos matemáticos para a taxa de desgaste abrasivo que consideram apenas os micromecanismos de abrasão controlados por deformação plástica. A maioria dos modelos discutidos tem como base a equação de Archard, que evoluiu à medida que surgiram novas interpretações para o coeficiente de desgaste. A partir dos resultados experimentais de Richardson foram verificados os méritos relativos dos modelos discutidos. Diversos pesquisadores observaram que uma transição entre regimes de abrasão moderado e severo ocorre quando a dureza das partículas abrasivas ultrapassa em 20% a dureza do corpo-de-prova. No entanto, apenas dois dos modelos apresentados consideraram esta transição.
Este trabalho apresenta uma revisão bibliográfica sobre modelos matemáticos para a taxa de desgaste abrasivo que consideram apenas os micromecanismos de abrasão controlados por deformação plástica. A maioria dos modelos discutidos tem como base a equação de Archard, que evoluiu à medida que surgiram novas interpretações para o coeficiente de desgaste. A partir dos resultados experimentais de Richardson foram verificados os méritos relativos dos modelos discutidos. Diversos pesquisadores observaram que uma transição entre regimes de abrasão moderado e severo ocorre quando a dureza das partículas abrasivas ultrapassa em 20% a dureza do corpo-de-prova. No entanto, apenas dois dos modelos apresentados consideraram esta transição.
Palavras-chave
modelagem matemática, desgaste, abrasão
modelagem matemática, desgaste, abrasão
Como citar
Pintaudé, Giuseppe; Tanaka, Deniol K.; Sinatora, Amílton.
Considerações sobre Modelagem Matemática em Desgaste Abrasivo por Deformação Plástica,
p. 4059-4075.
In: 52º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00261-4059-4075