ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
O presente trabalho, apresenta um estudo cinético da formação da ferrita de zinco ou franklinita a partir da mistura dos óxidos puros de ferro; Fe₂O₃, e de zinco; ZnO em proporções estequiométricas; (Fe₂O₃:ZnO):(2:1), tendo em vista que este composto tem sido apontado como um dos constituintes de maior porcentagem nos pós gerados pelos fornos elétricos a arco. A ferrita de zinco, que geralmente se forma no aquecimento de diferentes proporções de misturas dos óxidos constituintes, foi caracterizada térmica (DTA-TGA) e estruturalmente (XRD). A temperatura onde começou a se formar a ferrita de zinco foi de 650ºC e os resultados quantitativos das conversões da sua síntese, foram calculados pelo software Topas 2,1 Difracc Plus, usando o método Reitveld XRD. Os principais resultados da análise cinética de formação da ferrita de zinco, foram: a) a baixas temperaturas (650-730ºC) as conversões obtidas melhor se ajustaram ao modelo de reação de interface ou modelo topoqúimico, sendo a reação química o mecanismo de controle, obtendo-se a energia de ativação aparente, Ea = 65,6 kcal / mol e o fator de frequência pré-exponencial de Arrhenius, 𝑘̅ = 2,32 x 10⁻³ K⁻¹; b) nas altas temperaturas (750 -1000ºC) o ajuste ao modelo de crescimento populacional modificado foi o mais adequado, com o mecanismo de controle sendo o difusional. Neste caso obteve-se, Ea = 16,1 kcal / mol e 𝑘̅ = 570K⁻¹
O presente trabalho, apresenta um estudo cinético da formação da ferrita de zinco ou franklinita a partir da mistura dos óxidos puros de ferro; Fe₂O₃, e de zinco; ZnO em proporções estequiométricas; (Fe₂O₃:ZnO):(2:1), tendo em vista que este composto tem sido apontado como um dos constituintes de maior porcentagem nos pós gerados pelos fornos elétricos a arco. A ferrita de zinco, que geralmente se forma no aquecimento de diferentes proporções de misturas dos óxidos constituintes, foi caracterizada térmica (DTA-TGA) e estruturalmente (XRD). A temperatura onde começou a se formar a ferrita de zinco foi de 650ºC e os resultados quantitativos das conversões da sua síntese, foram calculados pelo software Topas 2,1 Difracc Plus, usando o método Reitveld XRD. Os principais resultados da análise cinética de formação da ferrita de zinco, foram: a) a baixas temperaturas (650-730ºC) as conversões obtidas melhor se ajustaram ao modelo de reação de interface ou modelo topoqúimico, sendo a reação química o mecanismo de controle, obtendo-se a energia de ativação aparente, Ea = 65,6 kcal / mol e o fator de frequência pré-exponencial de Arrhenius, 𝑘̅ = 2,32 x 10⁻³ K⁻¹; b) nas altas temperaturas (750 -1000ºC) o ajuste ao modelo de crescimento populacional modificado foi o mais adequado, com o mecanismo de controle sendo o difusional. Neste caso obteve-se, Ea = 16,1 kcal / mol e 𝑘̅ = 570K⁻¹
Palavras-chave
Ferrita de zinco, cinética, pós de FEA.
Ferrita de zinco, cinética, pós de FEA.
Como citar
Marroquín, Mery Gómez; D’abreu, José Carlos; Kohler, Hélio Marquês.
CONTRIBUIÇÃO À CINÉTICA DE FORMAÇÃO DA FERRITA DE ZINCO CONTIDA NOS PÓS DE ACIARIA ELÉTRICA,
p. 1934-1943.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3907