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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

59º Congresso anual Vol. 59 , num. 1 (2004)


Título

CORROSÃO EM TUBULAÇÕES DE GAS DE COQUERIA

CORROSÃO EM TUBULAÇÕES DE GAS DE COQUERIA

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-4197

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Resumo

Dentro do processo siderúrgico integrado são produzidos diversos tipos de gases, sendo os mais importantes, sob o ponto de vista do valor energético, aqueles provenientes da produção de coque e de gusa, denominados, respectivamente, de gás de Coqueria (COG – Coke Oven Gas) e de Alto Forno (BFG – Blast Furnace Gas). Estes gases, se não forem adequadamente tratados, apresentam característica corrosiva intensa, devido às presenças de umidade e de agentes corrosivos. Como resultado, as tubulações de aço para o transporte destes gases falham por entupimento e perfuração, como no caso do gás de Coqueria. Foram realizadas análises químicas de amostras de condensado retiradas de diversos pontos da linha de gás de coqueria. Corpos de prova, em aço ASTM 283-C, foram imersos no condensado, por até um ano, no interior de potes de selagem da tubulação de gás COG. A taxa de corrosão e a perda total de espessura foram determinadas por ensaios de perda de massa. O produto de corrosão foi caracterizado por espectroscopia Mössbauer. Uma discussão preliminar é apresentada sobre os parâmetros que podem influenciar na formação do produto de corrosão e na perda total de espessura.

 

Dentro do processo siderúrgico integrado são produzidos diversos tipos de gases, sendo os mais importantes, sob o ponto de vista do valor energético, aqueles provenientes da produção de coque e de gusa, denominados, respectivamente, de gás de Coqueria (COG – Coke Oven Gas) e de Alto Forno (BFG – Blast Furnace Gas). Estes gases, se não forem adequadamente tratados, apresentam característica corrosiva intensa, devido às presenças de umidade e de agentes corrosivos. Como resultado, as tubulações de aço para o transporte destes gases falham por entupimento e perfuração, como no caso do gás de Coqueria. Foram realizadas análises químicas de amostras de condensado retiradas de diversos pontos da linha de gás de coqueria. Corpos de prova, em aço ASTM 283-C, foram imersos no condensado, por até um ano, no interior de potes de selagem da tubulação de gás COG. A taxa de corrosão e a perda total de espessura foram determinadas por ensaios de perda de massa. O produto de corrosão foi caracterizado por espectroscopia Mössbauer. Uma discussão preliminar é apresentada sobre os parâmetros que podem influenciar na formação do produto de corrosão e na perda total de espessura.

Palavras-chave

Corrosão, Gás de coqueria, Tubulações

Corrosão, Gás de coqueria, Tubulações

Como citar

Vieira, Wander Pacheco; Morimoto, Tsutomo; Macêdo, Marcelo Camargo Severo de. CORROSÃO EM TUBULAÇÕES DE GAS DE COQUERIA, p. 3535-3543. In: 59º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-4197