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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

54º Congresso anual Vol. 54 , num. 1 (1999)


Título

CORROSÃO INTERGRANULAR DO AÇO INOXIDÁVEL MARTENSÍTICO UNS S42000

CORROSÃO INTERGRANULAR DO AÇO INOXIDÁVEL MARTENSÍTICO UNS S42000

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00542

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Resumo

Ensaios de reativação eletroquímica (método do duplo loop - DL-EPR) e ensaios potenciostáticos a -100 mVₑₓcₛ (EP-100), em 1N H₂SO₄, foram aplicados ao aço UNS S42000 com diferentes tratamentos térmicos, objetivando entender e quantificar a susceptibilidade à corrosão intergranular. O material foi temperado a partir de 1010°C e revenido em temperaturas entre 350°C e 700°C. Também foram realizados ataques em ácido oxálico, baseados na Prática A da norma ASTM A 262. Esta prática foi capaz de distinguir os materiais mais sensitizados através do aspecto da microestrutura, enquanto que os parâmetros eletroquímicos (obtidos com os ensaios DL-EPR e EP-100) permitiram identificar e quantificar o grau de sensitização. O maior grau de sensitização foi obtido para a faixa de revenimento de 500°C a 550°C. Para temperaturas menores o grau de sensitização foi praticamente nulo e para maiores, foi intermediário. Estes resultados foram comparados com os obtidos para o aço UNS S41000, mostrando que o grau de sensitização, na faixa crítica (500°C a 550°C) é maior para o aço UNS S42000. A causa disto é o seu teor inferior em carbono, que origina uma precipitação de carbonetos mais intensa e maior empobrecimento em cromo.

 

Ensaios de reativação eletroquímica (método do duplo loop - DL-EPR) e ensaios potenciostáticos a -100 mVₑₓcₛ (EP-100), em 1N H₂SO₄, foram aplicados ao aço UNS S42000 com diferentes tratamentos térmicos, objetivando entender e quantificar a susceptibilidade à corrosão intergranular. O material foi temperado a partir de 1010°C e revenido em temperaturas entre 350°C e 700°C. Também foram realizados ataques em ácido oxálico, baseados na Prática A da norma ASTM A 262. Esta prática foi capaz de distinguir os materiais mais sensitizados através do aspecto da microestrutura, enquanto que os parâmetros eletroquímicos (obtidos com os ensaios DL-EPR e EP-100) permitiram identificar e quantificar o grau de sensitização. O maior grau de sensitização foi obtido para a faixa de revenimento de 500°C a 550°C. Para temperaturas menores o grau de sensitização foi praticamente nulo e para maiores, foi intermediário. Estes resultados foram comparados com os obtidos para o aço UNS S41000, mostrando que o grau de sensitização, na faixa crítica (500°C a 550°C) é maior para o aço UNS S42000. A causa disto é o seu teor inferior em carbono, que origina uma precipitação de carbonetos mais intensa e maior empobrecimento em cromo.

Palavras-chave

aço inoxidável martensítico, corrosão intergranular, ensaio eletroquímico.

aço inoxidável martensítico, corrosão intergranular, ensaio eletroquímico.

Como citar

Netto, Luiz SOARES; KOBAYASHIRANZINI, Darlene Yuko; MONTAGNA, Léa Sarita; ALONSOFALLEIROS, Neusa. CORROSÃO INTERGRANULAR DO AÇO INOXIDÁVEL MARTENSÍTICO UNS S42000, p. 205-216. In: 54º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00542