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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

56º Congresso anual Vol. 56 , num. 1 (2001)


Título

CUSTOS, PRODUTIVIDADE & LUCRO EM UMA MINI-USINA INTEGRADA

CUSTOS, PRODUTIVIDADE & LUCRO EM UMA MINI-USINA INTEGRADA

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C01203

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Resumo

A Tecnologia de Informação globalizou mercados que antes eram geograficamente distantes e, como consequência, abriu o mercado siderúrgico brasileiro à concorrência internacional. Para assegurar a sobrevivência em um mercado altamente competitivo, as empresas têm buscado uma constante redução de custos. Para isso, a produtividade, tanto dos insumos como dos equipamentos, foi gradativamente sendo elevada. No que se refere à produtividade dos insumos, a siderurgia se encontra altamente otimizada. Como alternativa resta obter maiores produtividades de seus equipamentos. A chamada “economia de escala” mostra que para se obter um menor custo deve-se aumentar a produção. Entretanto, no caso do alto-forno, essa regra não se aplica devido à preponderância do custo do coque nos custos variáveis. Nesse trabalho, mostra-se que, como o consumo de coque é dependente da produtividade do alto-forno, existe um determinado ponto de custo mínimo. Para exemplificar, considerou-se uma mini-usina integrada e determinou-se o nível de produtividade do alto-forno que resulta em lucro máximo para a empresa. Esse ponto de lucro máximo é função de variáveis tecnológicas e econômicas, o que mostra que a análise dos processos não pode ser feita única e exclusivamente sob o ponto de vista técnico.

 

A Tecnologia de Informação globalizou mercados que antes eram geograficamente distantes e, como consequência, abriu o mercado siderúrgico brasileiro à concorrência internacional. Para assegurar a sobrevivência em um mercado altamente competitivo, as empresas têm buscado uma constante redução de custos. Para isso, a produtividade, tanto dos insumos como dos equipamentos, foi gradativamente sendo elevada. No que se refere à produtividade dos insumos, a siderurgia se encontra altamente otimizada. Como alternativa resta obter maiores produtividades de seus equipamentos. A chamada “economia de escala” mostra que para se obter um menor custo deve-se aumentar a produção. Entretanto, no caso do alto-forno, essa regra não se aplica devido à preponderância do custo do coque nos custos variáveis. Nesse trabalho, mostra-se que, como o consumo de coque é dependente da produtividade do alto-forno, existe um determinado ponto de custo mínimo. Para exemplificar, considerou-se uma mini-usina integrada e determinou-se o nível de produtividade do alto-forno que resulta em lucro máximo para a empresa. Esse ponto de lucro máximo é função de variáveis tecnológicas e econômicas, o que mostra que a análise dos processos não pode ser feita única e exclusivamente sob o ponto de vista técnico.

Palavras-chave

custo, mini-usina, produtividade

custo, mini-usina, produtividade

Como citar

Figueira, Renato Minelli. CUSTOS, PRODUTIVIDADE & LUCRO EM UMA MINI-USINA INTEGRADA, p. 1244-1253. In: 56º Congresso anual, Belo Horizonte, Brasil, 2001.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01203