ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
Neste trabalho buscou-se desenvolver um material resistente ao desgaste para a saia do cone pequeno do Alto-forno nº1, possibilitando a fabricação interna do componente. Desde o início de operação da CST os sobressalentes foram importados, com custos e prazos elevados, porém problemas precoces com a última saia em operação exigiram uma fabricação rápida de nova peça para troca. Para a especificação do material adequado para o trabalho em abrasão por partículas duras, provenientes do carregamento no topo do Alto-forno, foi feito um estudo do sistema tribológico e de componentes importados já usados. A análise destes dados resultou na especificação do material em conjunto com o Laboratório de Tribologia e Materiais da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e dos parâmetros de fundição e tratamento térmico em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). O componente foi produzido nas Oficinas de Fundição e Usinagem da CST. Houve redução do tempo de fabricação e do custo, em relação ao proposto pelos fornecedores estrangeiros, viabilizando a troca na parada operacional de abril de 2003. Observa-se um desgaste lento após 9 meses de operação, indicando que será possível atender a vida estimada de 2 anos.
Neste trabalho buscou-se desenvolver um material resistente ao desgaste para a saia do cone pequeno do Alto-forno nº1, possibilitando a fabricação interna do componente. Desde o início de operação da CST os sobressalentes foram importados, com custos e prazos elevados, porém problemas precoces com a última saia em operação exigiram uma fabricação rápida de nova peça para troca. Para a especificação do material adequado para o trabalho em abrasão por partículas duras, provenientes do carregamento no topo do Alto-forno, foi feito um estudo do sistema tribológico e de componentes importados já usados. A análise destes dados resultou na especificação do material em conjunto com o Laboratório de Tribologia e Materiais da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e dos parâmetros de fundição e tratamento térmico em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). O componente foi produzido nas Oficinas de Fundição e Usinagem da CST. Houve redução do tempo de fabricação e do custo, em relação ao proposto pelos fornecedores estrangeiros, viabilizando a troca na parada operacional de abril de 2003. Observa-se um desgaste lento após 9 meses de operação, indicando que será possível atender a vida estimada de 2 anos.
Palavras-chave
tribologia, ferro fundido alto cromo, CST
tribologia, ferro fundido alto cromo, CST
Como citar
Rothen, Deyson Marcelo; Júnior, Álvaro Pio de Abreu; Nasser, Afonso Ribeiro; Fonseca, Rogério Brilhante.
DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL RESISTENTE AO DESGASTE POR ABRASÃO PARA A SAIA DO CONE PEQUENO DO ALTO-FORNO Nº1 DA COMPANHIA SIDERÚRGICA DE TUBARÃO (CST),
p. 3635-3644.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-4220