ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
Este trabalho tem por objetivo apresentar os desenvolvimentos e os resultados operacionais dos Altos Fornos da CSN com a introdução do novo modo de controle da para a taxa de injeção de carvão pulverizado. O pedido de taxa de injeção em [Ton/h], “set-point” do controlador da válvula de dosagem, era realizado por um seleção entre dois modos de injeção: pelo Operador em [Ton/h] ou em cascata com o sinal de vazão de sopro dos altos fornos. Neste modo, o operador entra com o valor pedido em [g/Nm3] sendo que o “set-point” da taxa de injeção em [Ton/h] é calculado em função do valor de sopro atual. Quando a vazão de sopro cai, a taxa de injeção acompanha. Por outro lado, como a vazão de sopro varia, ou por oscilação natural, ou por equalização de regeneradores, o pedido em [Ton/h] cascateado com o sopro sofre interferência, acarretando numa maior variação de taxa de carvão. Este cálculo também não levava em consideração o enriquecimento de oxigênio que afeta a produção. Além disto, como não havia rastreamento entre os set-points pedidos e calculados, ocorrendo um degrau no “set-point” de injeção quando se mudava de modo, ocasionando mais variação na taxa de injeção. O novo modo de injeção em PCR, permite que o operador set o valor desejado de PCR em [kg/Tongusa]. O pedido da taxa de injeção foi cascateada com o ritmo de produção de gusa do forno em [Tongusa/min] além de se efetuar o rastreamento entre os “set-points”. Com isso ocorreu uma maior estabilidade no nível térmico do forno em função da injeção de carvão ( balanço de energia ) estar cascateada com o ritmo de produção. Os resultados de desvio na qualidade do gusa produzido é menor e o aumento na produtividade é maior, conforme veremos no trabalho.
Este trabalho tem por objetivo apresentar os desenvolvimentos e os resultados operacionais dos Altos Fornos da CSN com a introdução do novo modo de controle da para a taxa de injeção de carvão pulverizado. O pedido de taxa de injeção em [Ton/h], “set-point” do controlador da válvula de dosagem, era realizado por um seleção entre dois modos de injeção: pelo Operador em [Ton/h] ou em cascata com o sinal de vazão de sopro dos altos fornos. Neste modo, o operador entra com o valor pedido em [g/Nm3] sendo que o “set-point” da taxa de injeção em [Ton/h] é calculado em função do valor de sopro atual. Quando a vazão de sopro cai, a taxa de injeção acompanha. Por outro lado, como a vazão de sopro varia, ou por oscilação natural, ou por equalização de regeneradores, o pedido em [Ton/h] cascateado com o sopro sofre interferência, acarretando numa maior variação de taxa de carvão. Este cálculo também não levava em consideração o enriquecimento de oxigênio que afeta a produção. Além disto, como não havia rastreamento entre os set-points pedidos e calculados, ocorrendo um degrau no “set-point” de injeção quando se mudava de modo, ocasionando mais variação na taxa de injeção. O novo modo de injeção em PCR, permite que o operador set o valor desejado de PCR em [kg/Tongusa]. O pedido da taxa de injeção foi cascateada com o ritmo de produção de gusa do forno em [Tongusa/min] além de se efetuar o rastreamento entre os “set-points”. Com isso ocorreu uma maior estabilidade no nível térmico do forno em função da injeção de carvão ( balanço de energia ) estar cascateada com o ritmo de produção. Os resultados de desvio na qualidade do gusa produzido é menor e o aumento na produtividade é maior, conforme veremos no trabalho.
Palavras-chave
Gusa, Carvão pulverizado, PCR
Gusa, Carvão pulverizado, PCR
Como citar
Carvalho, Marcelo Alves de; Motta, Ricardo Sebastião Nadur.
DESENVOLVIMENTO DO CONTROLE DA INJEÇÃO DE CARVÃO PULVERIZADO NOS ALTOS FORNOS VINCULADO AO RITMO DE PRODUÇÃO,
p. 524-532.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3666