ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
Título
DOI
Downloads
Resumo
O objetivo do trabalho foi determinar a “janela de processo” de austêmpera de um ferro fundido nodular de composição básica, cujo no estado bruto pretendia-se uma classe FE 4212. A fusão da liga foi realizada em forno elétrico a indução e o vazamento em moldes de areia de cura fria. Nas amostras brutas de fusão foram analisadas a composição química, a microestrutura e as propriedades mecânicas de tração e dureza. Ficaram evidentes na microscopia, heterogeneidades microestruturais tanto na matriz quanto na contagem e distribuição dos nódulos, acarretando variações nos valores previstos de resistência mecânica do material bruto de fusão. No tratamento térmico de austêmpera foram fixadas as temperaturas de austenitização (900ºC) e de patamar (370ºC). Os tempos de austêmpera variaram em intervalos de 3 minutos até completar 15 minutos. Após, variaram em intervalos de 15 minutos até completar 225 minutos. Os resultados dos ensaios de tração e dureza apontaram para uma “janela de processo” entre 15 e 210 minutos de austêmpera. As micrografias mostraram durante a “janela de processo” matriz totalmente ausferrítica. Já as fractografias mostraram durante este período predominância de mecanismo de microcavidades.
O objetivo do trabalho foi determinar a “janela de processo” de austêmpera de um ferro fundido nodular de composição básica, cujo no estado bruto pretendia-se uma classe FE 4212. A fusão da liga foi realizada em forno elétrico a indução e o vazamento em moldes de areia de cura fria. Nas amostras brutas de fusão foram analisadas a composição química, a microestrutura e as propriedades mecânicas de tração e dureza. Ficaram evidentes na microscopia, heterogeneidades microestruturais tanto na matriz quanto na contagem e distribuição dos nódulos, acarretando variações nos valores previstos de resistência mecânica do material bruto de fusão. No tratamento térmico de austêmpera foram fixadas as temperaturas de austenitização (900ºC) e de patamar (370ºC). Os tempos de austêmpera variaram em intervalos de 3 minutos até completar 15 minutos. Após, variaram em intervalos de 15 minutos até completar 225 minutos. Os resultados dos ensaios de tração e dureza apontaram para uma “janela de processo” entre 15 e 210 minutos de austêmpera. As micrografias mostraram durante a “janela de processo” matriz totalmente ausferrítica. Já as fractografias mostraram durante este período predominância de mecanismo de microcavidades.
Palavras-chave
ferro fundido nodular, austêmpera, janela de processo.
ferro fundido nodular, austêmpera, janela de processo.
Como citar
Oliveira, Carlos Augusto Silva de; Balzer, Marcos Estevam.
DETERMINAÇÃO DA “JANELA DE PROCESSO” DE AUSTÊMPERA DE UM ADI SEM ADIÇÃO DE ELEMENTOS DE LIGA,
p. 3409-3418.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-4175