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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

59º Congresso anual Vol. 59 , num. 1 (2004)


Título

ECONOMIA DE ÁGUA: FATOR CHAVE PARA A SUSTENTABILIDADE EM TRATAMENTO DE MINÉRIOS

ECONOMIA DE ÁGUA: FATOR CHAVE PARA A SUSTENTABILIDADE EM TRATAMENTO DE MINÉRIOS

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-3682

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Resumo

Dois estudos de caso foram selecionados como contribuições para a sustentabilidade da tecnologia mineral brasileira, no que se refere à economia de água: (i) a maior parte da energia elétrica consumida no Brasil é proveniente de hidrelétricas. Em um concentrador de minérios de ferro a moagem é responsável, destacadamente, pelo maior consumo de energia, especialmente a remoagem de concentrados para gerar a área de superfície específica requerida para pelotização. Os estudos realizados e ações tomadas para reduzir o consumo específico de energia possibilitaram o desenvolvimento de um método simples de laboratório para predição do consumo específico industrial de energia de moinhos de bolas utilizados na remoagem de concentrados de minérios de ferro (“pellet feed”). Como resultado das ações foi alcançada economia no consumo de energia elétrica da ordem de 155 MGWh/ano, representando US$4.65 milhões/ano; (ii) uma coluna de flotação em batelada foi utilizada para avaliar o efeito de íons na flotação de barita e de apatita em um concentrador produzindo rocha fosfática para a indústria de fertilizantes. Esses experimentos visavam ao estabelecimento de limites de tolerância em relação à flotação para os íons cálcio, magnésio, fosfato, fluoreto e sabões de óleo de arroz. Foi projetado um sistema de recirculação de água que resultou em um circuito fechado de água. A recirculação de água reduziu a concentração de fósforo no corpo recebedor de efluentes para valores abaixo do limite legal de 0,22 mg/L.

 

Dois estudos de caso foram selecionados como contribuições para a sustentabilidade da tecnologia mineral brasileira, no que se refere à economia de água: (i) a maior parte da energia elétrica consumida no Brasil é proveniente de hidrelétricas. Em um concentrador de minérios de ferro a moagem é responsável, destacadamente, pelo maior consumo de energia, especialmente a remoagem de concentrados para gerar a área de superfície específica requerida para pelotização. Os estudos realizados e ações tomadas para reduzir o consumo específico de energia possibilitaram o desenvolvimento de um método simples de laboratório para predição do consumo específico industrial de energia de moinhos de bolas utilizados na remoagem de concentrados de minérios de ferro (“pellet feed”). Como resultado das ações foi alcançada economia no consumo de energia elétrica da ordem de 155 MGWh/ano, representando US$4.65 milhões/ano; (ii) uma coluna de flotação em batelada foi utilizada para avaliar o efeito de íons na flotação de barita e de apatita em um concentrador produzindo rocha fosfática para a indústria de fertilizantes. Esses experimentos visavam ao estabelecimento de limites de tolerância em relação à flotação para os íons cálcio, magnésio, fosfato, fluoreto e sabões de óleo de arroz. Foi projetado um sistema de recirculação de água que resultou em um circuito fechado de água. A recirculação de água reduziu a concentração de fósforo no corpo recebedor de efluentes para valores abaixo do limite legal de 0,22 mg/L.

Palavras-chave

energia na moagem, flotação de apatita, íons na flotação, sustentabilidade, recirculação de água

energia na moagem, flotação de apatita, íons na flotação, sustentabilidade, recirculação de água

Como citar

Peres, Antônio Eduardo Clark; Donda, Joaquim Donizetti; Guimarães, Rogério Contato. ECONOMIA DE ÁGUA: FATOR CHAVE PARA A SUSTENTABILIDADE EM TRATAMENTO DE MINÉRIOS, p. 632-641. In: 59º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3682