ISSN 2594-5327
54º Congresso anual — Vol. 54 , num. 1 (1999)
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Resumo
Os aços elétricos semi-processados desenvolvem as propriedades magnéticas adequadas ao uso em máquinas elétricas no recozimento final feito pelo cliente, onde ocorre a recristalização e a descarbonaetação. Segundo a literatura, se o teor de carbono final estiver acima de 0,003%, as propriedades magnéticas podem deteriorar-se ao longo do tempo, no fenômeno chamado de envelhecimento magnético. Neste trabalho estudamos o envelhecimento magnético de quatro amostras retiradas de uma só bobina de aço elétrico, recozidas em quatro empresas, resultando em teores de carbono finais diferentes. O envelhecimento consistiu em um tratamento térmico a 100°C por 600h. A cada 200h as amostras foram retiradas da estufa de tratamento e caracterizada magnética e microestruturalmente. O efeito do envelhecimento nas propriedades magnéticas das amostras é discutido, abordando as perdas magnéticas totais em suas componentes histerética e parasítica. As amostras de partida apresentavam perdas em torno de 10,5 W/kg, tendo sido observado envelhecimento de cerca de 3%.
Os aços elétricos semi-processados desenvolvem as propriedades magnéticas adequadas ao uso em máquinas elétricas no recozimento final feito pelo cliente, onde ocorre a recristalização e a descarbonaetação. Segundo a literatura, se o teor de carbono final estiver acima de 0,003%, as propriedades magnéticas podem deteriorar-se ao longo do tempo, no fenômeno chamado de envelhecimento magnético. Neste trabalho estudamos o envelhecimento magnético de quatro amostras retiradas de uma só bobina de aço elétrico, recozidas em quatro empresas, resultando em teores de carbono finais diferentes. O envelhecimento consistiu em um tratamento térmico a 100°C por 600h. A cada 200h as amostras foram retiradas da estufa de tratamento e caracterizada magnética e microestruturalmente. O efeito do envelhecimento nas propriedades magnéticas das amostras é discutido, abordando as perdas magnéticas totais em suas componentes histerética e parasítica. As amostras de partida apresentavam perdas em torno de 10,5 W/kg, tendo sido observado envelhecimento de cerca de 3%.
Palavras-chave
envelhecimento magnético, aços elétricos, perdas magnéticas
envelhecimento magnético, aços elétricos, perdas magnéticas
Como citar
Filipini, Maria Aparecida; Emura, Marília; Landgraf, Fernando J.G..
ENVELHECIMENTO MAGNÉTICO EM AÇOS ELÉTRICOS,
p. 711-718.
In: 54º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00597