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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

52º Congresso anual Vol. 52 , num. 1 (1997)


Título

ESTRATÉGIA UTILIZADA PELA CST NA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO EFLUENTE FINAL NO QUE SE REFERE À BIODISPONIBILIDADE DE METAIS PESADOS

ESTRATÉGIA UTILIZADA PELA CST NA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO EFLUENTE FINAL NO QUE SE REFERE À BIODISPONIBILIDADE DE METAIS PESADOS

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00106-1668-1680

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Resumo

A Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), principal fornecedora mundial de placas de aço (3,6 milhões ton./ano), está localizada a 14 km ao norte de Vitória (ES - Brasil). Seus efluentes domésticos e industriais previamente tratados, são diluídos em água do mar usada para resfriamento, e lançados no ambiente marinho. A qualidade deste efluente vem sendo monitorada há vários anos, entretanto ainda não havia sido feito nenhum estudo que quantificasse a fração de metais pesados biodisponíveis, que é exatamente a fração que pode ser bioacumulada e tornar-se tóxica aos seres vivos. Devido há várias desvantagens no monitoramento da água e do sedimento, optou-se pelo uso de bioindicadores. Entre vários organismos, o mexilhão foi escolhido pois atende aos pré-requisitos para ser considerado um bom bioindicador, além de já ter sido usado em estudos de monitoramento nacionais e internacionais. O principal objetivo deste trabalho é determinar as concentrações de metais pesados biodisponíveis na área de influência do efluente final da CST. A contaminação de Pb, Cu, Zn, Mn e Fe foi avaliada a partir de amostras de mexilhões digeridas em ácido, e lidas em espectrofotômetro de absorção atômica. Os resultados mostraram que no geral, a região pode ser considerada natural ou levemente contaminada, sem contudo exceder os limites máximos permissíveis para o consumo humano.

 

A Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), principal fornecedora mundial de placas de aço (3,6 milhões ton./ano), está localizada a 14 km ao norte de Vitória (ES - Brasil). Seus efluentes domésticos e industriais previamente tratados, são diluídos em água do mar usada para resfriamento, e lançados no ambiente marinho. A qualidade deste efluente vem sendo monitorada há vários anos, entretanto ainda não havia sido feito nenhum estudo que quantificasse a fração de metais pesados biodisponíveis, que é exatamente a fração que pode ser bioacumulada e tornar-se tóxica aos seres vivos. Devido há várias desvantagens no monitoramento da água e do sedimento, optou-se pelo uso de bioindicadores. Entre vários organismos, o mexilhão foi escolhido pois atende aos pré-requisitos para ser considerado um bom bioindicador, além de já ter sido usado em estudos de monitoramento nacionais e internacionais. O principal objetivo deste trabalho é determinar as concentrações de metais pesados biodisponíveis na área de influência do efluente final da CST. A contaminação de Pb, Cu, Zn, Mn e Fe foi avaliada a partir de amostras de mexilhões digeridas em ácido, e lidas em espectrofotômetro de absorção atômica. Os resultados mostraram que no geral, a região pode ser considerada natural ou levemente contaminada, sem contudo exceder os limites máximos permissíveis para o consumo humano.

Palavras-chave

CST, monitoramento, metais pesados.

CST, monitoramento, metais pesados.

Como citar

Furley, Tatiana Heid; Assis, Carlos de; Rossi, Luiz Antonio; Niencheski, Luis Felipe. ESTRATÉGIA UTILIZADA PELA CST NA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO EFLUENTE FINAL NO QUE SE REFERE À BIODISPONIBILIDADE DE METAIS PESADOS, p. 1668-1680. In: 52º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00106-1668-1680