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Seminário de Aciaria, Fundição e Metalurgia de Não-ferrosos


ISSN 2594-5300

34º Seminário de Aciaria Vol. 01 , num. 34 (2003)


Título

ESTUDO DA INCORPORAÇÃO E CONTROLE DO HIDROGÊNIO NA ACIARIA DA V&M DO BRASIL

ESTUDO DA INCORPORAÇÃO E CONTROLE DO HIDROGÊNIO NA ACIARIA DA V&M DO BRASIL

Autoria

DOI

10.5151/2594-5300-2938

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Resumo

Este trabalho avaliou a influência de variáveis de processo da fabricação do aço na incorporação do hidrogênio, bem como os principais pontos desta incorporação. Os experimentos realizados para o hidrogênio foram planejados e analisados utilizando a metodologia de projeto de experimentos (DOE- Design of Experiments) e cinco fatores de processo foram analisados em dois níveis (baixo/alto), a saber: quantidade de escória adicionada na panela, tempo de Forno Panela ligado, ciclo de panela, tempo de vácuo profundo e sequenciamento no distribuidor. A umidade do ar entrou como uma variável independente, ou seja, não participou do planejamento dos experimentos, porém foi avaliada na análise do DOE. A variável resposta para o hidrogênio foi a variação deste gás (pick up) entre as etapas do LD, Forno Panela, VD, Rinsagem e Lingotamento Contínuo. Foi verificada grande incorporação de hidrogênio após a etapa do VD, e a variável mais influente foi a umidade do ar e a interação entre a quantidade de escória mais o tempo de vácuo profundo. A utilização desta metodologia reduz significativamente a necessidade de grande volume de experimentos, sem a queda da qualidade de resposta. Este estudo utilizou o sistema ‘on line’ de medição Hydris para leitura do teor de hidrogênio no aço líquido.

 

Este trabalho avaliou a influência de variáveis de processo da fabricação do aço na incorporação do hidrogênio, bem como os principais pontos desta incorporação. Os experimentos realizados para o hidrogênio foram planejados e analisados utilizando a metodologia de projeto de experimentos (DOE- Design of Experiments) e cinco fatores de processo foram analisados em dois níveis (baixo/alto), a saber: quantidade de escória adicionada na panela, tempo de Forno Panela ligado, ciclo de panela, tempo de vácuo profundo e sequenciamento no distribuidor. A umidade do ar entrou como uma variável independente, ou seja, não participou do planejamento dos experimentos, porém foi avaliada na análise do DOE. A variável resposta para o hidrogênio foi a variação deste gás (pick up) entre as etapas do LD, Forno Panela, VD, Rinsagem e Lingotamento Contínuo. Foi verificada grande incorporação de hidrogênio após a etapa do VD, e a variável mais influente foi a umidade do ar e a interação entre a quantidade de escória mais o tempo de vácuo profundo. A utilização desta metodologia reduz significativamente a necessidade de grande volume de experimentos, sem a queda da qualidade de resposta. Este estudo utilizou o sistema ‘on line’ de medição Hydris para leitura do teor de hidrogênio no aço líquido.

Palavras-chave

hidrogênio, pick up hidrogênio, Hydris, aciaria, DOE

hidrogênio, pick up hidrogênio, Hydris, aciaria, DOE

Como citar

Fujii, Takeshi; Manetta, Hélio de Rezende; Neto, Osvaldo Alves Ferreira; Castro, Luiz Fernando Andrade de. ESTUDO DA INCORPORAÇÃO E CONTROLE DO HIDROGÊNIO NA ACIARIA DA V&M DO BRASIL, p. 350-358. In: 34º Seminário de Aciaria, Rio de Janeiro, Brasil, 2003.
ISSN: 2594-5300, DOI 10.5151/2594-5300-2938