ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
Devido aos elevados custos com a produção de coque siderúrgico, a injeção de carvão pulverizado nas ventaneiras do alto-forno surgiu como alternativa econômica para a geração de calor e de gases redutores na fabricação do ferro-gusa. Com isso, o carvão gaúcho, que possui baixo rank (grau de carbonificação), alto teor de cinzas e ainda não é utilizado em metalurgia, tornou-se uma nova opção para o processo de injeção como consequência de sua boa combustibilidade. Na avaliação preliminar já realizada com os carvões da mina de Recreio (RS), comprovou-se a sua potencialidade de utilização em PCI (injeção de carvão pulverizado). Nesta etapa do trabalho utilizou-se o carvão gaúcho da mina de Faxinal e um carvão importado. O principal objetivo foi obter dados relativos ao comportamento dos carvões individuais e da mistura dos dois carvões quanto ao aspecto da reatividade. A avaliação da reatividade foi efetuada monitorando-se a perda de massa em atmosfera de dióxido de carbono em ensaios em termobalança. Utilizou-se uma mistura de 50% do carvão de Faxinal e 50% do carvão importado. Constatou-se que a mistura usada ficou dentro dos parâmetros para utilização em PCI.
Devido aos elevados custos com a produção de coque siderúrgico, a injeção de carvão pulverizado nas ventaneiras do alto-forno surgiu como alternativa econômica para a geração de calor e de gases redutores na fabricação do ferro-gusa. Com isso, o carvão gaúcho, que possui baixo rank (grau de carbonificação), alto teor de cinzas e ainda não é utilizado em metalurgia, tornou-se uma nova opção para o processo de injeção como consequência de sua boa combustibilidade. Na avaliação preliminar já realizada com os carvões da mina de Recreio (RS), comprovou-se a sua potencialidade de utilização em PCI (injeção de carvão pulverizado). Nesta etapa do trabalho utilizou-se o carvão gaúcho da mina de Faxinal e um carvão importado. O principal objetivo foi obter dados relativos ao comportamento dos carvões individuais e da mistura dos dois carvões quanto ao aspecto da reatividade. A avaliação da reatividade foi efetuada monitorando-se a perda de massa em atmosfera de dióxido de carbono em ensaios em termobalança. Utilizou-se uma mistura de 50% do carvão de Faxinal e 50% do carvão importado. Constatou-se que a mistura usada ficou dentro dos parâmetros para utilização em PCI.
Palavras-chave
injeção de carvão pulverizado, misturas de carvões, alto-forno
injeção de carvão pulverizado, misturas de carvões, alto-forno
Como citar
Júnior, Valter Garcia da Silva; Gomes, Maria de Lourdes Ilha; Osório, Eduardo; Vilela, Antônio Cezar Faria.
ESTUDO DA REATIVIDADE DAS MISTURAS DE CARVÕES GAÚCHOS COM IMPORTADOS PARA INJEÇÃO EM ALTO-FORNO,
p. 796-802.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3713