ISSN 2594-5327
50º Congresso anual — Vol. 50 , num. 1 (1995)
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Resumo
A resistência ao desgaste abrasivo de um ferro fundido austemperado foi estudada utilizando a técnica de esclerometria pendular. O material foi austenitizado a 860°C e austemperado a 370°C por diferentes tempos. A cinética da transformação da austenita foi acompanhada por metalografia quantitativa. Foram confeccionados corpos de prova na forma de prismas de base quadrada (50 mm × 10 mm × 10 mm) com uma das faces preparada metalograficamente antes do ensaio. Como elemento abrasivo foi usada uma pastilha de metal duro presa no porta-ferramentas. Foi medida a energia consumida durante o riscamento, bem como a perda de massa após o ensaio, para diferentes tempos de tratamento. Após o ensaio a amostra foi observada em microscópio eletrônico de varredura. Observou-se que a energia específica absorvida foi máxima para o tempo de tratamento de 60 minutos que corresponde à uma mistura de ferrita bainítica e cerca de 42% de austenita retida. Todos os outros tratamentos resultaram em energias específicas absorvidas menores, seja para microestruturas de martensita e austenita retida, seja de ferrita bainítica e austenita contendo menores frações volumétricas desta última, seja de ferrita e carbonetos. Este resultado é discutido com base em observações por microscopia eletrônica de varredura da morfologia dos riscos e dos cavacos retirados após o ensaio.
A resistência ao desgaste abrasivo de um ferro fundido austemperado foi estudada utilizando a técnica de esclerometria pendular. O material foi austenitizado a 860°C e austemperado a 370°C por diferentes tempos. A cinética da transformação da austenita foi acompanhada por metalografia quantitativa. Foram confeccionados corpos de prova na forma de prismas de base quadrada (50 mm × 10 mm × 10 mm) com uma das faces preparada metalograficamente antes do ensaio. Como elemento abrasivo foi usada uma pastilha de metal duro presa no porta-ferramentas. Foi medida a energia consumida durante o riscamento, bem como a perda de massa após o ensaio, para diferentes tempos de tratamento. Após o ensaio a amostra foi observada em microscópio eletrônico de varredura. Observou-se que a energia específica absorvida foi máxima para o tempo de tratamento de 60 minutos que corresponde à uma mistura de ferrita bainítica e cerca de 42% de austenita retida. Todos os outros tratamentos resultaram em energias específicas absorvidas menores, seja para microestruturas de martensita e austenita retida, seja de ferrita bainítica e austenita contendo menores frações volumétricas desta última, seja de ferrita e carbonetos. Este resultado é discutido com base em observações por microscopia eletrônica de varredura da morfologia dos riscos e dos cavacos retirados após o ensaio.
Palavras-chave
Ferro Fundido Nodular Austemperado, Resistência ao Desgaste, Esclerometria Pendular.
Ferro Fundido Nodular Austemperado, Resistência ao Desgaste, Esclerometria Pendular.
Como citar
Velez, Juan Manuel; Tschiptschin, André Paulo.
ESTUDO DO COMPORTAMENTO EM DESGASTE DE UM FERRO FUNDIDO NODULAR AUSTEMPERADO ATRAVÉS DA TÉCNICA DE ESCLEROMETRIA PENDULAR,
p. 529-542.
In: 50º Congresso anual,
São Pedro-SP, Brasil,
1995.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-50v2-01-14