ISSN 2594-5327
51º Congresso anual — Vol. 51 , num. 1 (1996)
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Resumo
O processo de formação de revestimentos pelo processo de aspersão térmica se constitui basicamente na deposição de um spray de partículas fundidas ou semi-fundidas sobre um substrato previamente preparado. As partículas atingem o substrato em um estado altamente energético, onde posteriormente se resfriam rapidamente (aproximadamente 10⁶ K/s) formando o revestimento. Neste trabalho, partículas de alumina foram aspergidas sobre substratos de vidro durante aproximadamente um segundo de deposição. Para o estudo do crescimento, a técnica de microscopia eletrônica de varredura foi empregada. As partículas aspergidas possuem formas diferentes devido ao resultado de seu aquecimento e o choque contra a superfície do substrato ocorridos durante o processo de aspersão. Basicamente há três tipos de partículas. Lamelas, que se apresentam com um alto grau de achatamento devido à sua fusão total durante o processo; partículas semi-fundidas ou partículas que apresentaram baixa velocidade de impacto, se apresentando na forma de semi-esferas e partículas esféricas que foram apenas superficialmente fundidas. No auxílio a este estudo, difratogramas de raios-X do pó de alumina e de um revestimento de alumina foram comparados. O difratograma do pó de alumina mostra a fase estável alumina alfa. Já o difratograma do revestimento de alumina mostra a presença da fase estável alumina alfa e da fase metaestável alumina gama e alumina amorfa. As fases presentes foram relacionadas com o grau de fusão das partículas incidentes durante o seu choque com o substrato (representado nas micrografias) e a alta taxa de resfriamento das mesmas após o choque.
O processo de formação de revestimentos pelo processo de aspersão térmica se constitui basicamente na deposição de um spray de partículas fundidas ou semi-fundidas sobre um substrato previamente preparado. As partículas atingem o substrato em um estado altamente energético, onde posteriormente se resfriam rapidamente (aproximadamente 10⁶ K/s) formando o revestimento. Neste trabalho, partículas de alumina foram aspergidas sobre substratos de vidro durante aproximadamente um segundo de deposição. Para o estudo do crescimento, a técnica de microscopia eletrônica de varredura foi empregada. As partículas aspergidas possuem formas diferentes devido ao resultado de seu aquecimento e o choque contra a superfície do substrato ocorridos durante o processo de aspersão. Basicamente há três tipos de partículas. Lamelas, que se apresentam com um alto grau de achatamento devido à sua fusão total durante o processo; partículas semi-fundidas ou partículas que apresentaram baixa velocidade de impacto, se apresentando na forma de semi-esferas e partículas esféricas que foram apenas superficialmente fundidas. No auxílio a este estudo, difratogramas de raios-X do pó de alumina e de um revestimento de alumina foram comparados. O difratograma do pó de alumina mostra a fase estável alumina alfa. Já o difratograma do revestimento de alumina mostra a presença da fase estável alumina alfa e da fase metaestável alumina gama e alumina amorfa. As fases presentes foram relacionadas com o grau de fusão das partículas incidentes durante o seu choque com o substrato (representado nas micrografias) e a alta taxa de resfriamento das mesmas após o choque.
Palavras-chave
revestimento, alumina, crescimento
revestimento, alumina, crescimento
Como citar
Lima, Rogerio Soares; Bergmann, Carlos Pérez.
Estudo do Crescimento de Revestimentos de Alumina Produzidos pelo Processo de Aspersão Térmica,
p. 3136-3149.
In: 51º Congresso anual,
Porto Alegre, Brasil,
1996.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-51v5-187-200