ISSN 2594-5327
52º Congresso anual — Vol. 52 , num. 1 (1997)
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Resumo
A resistência à corrosão de dois tipos de aços inoxidáveis fundidos foi analisada, ao submetê-los a vários valores constantes de potencial, a partir da região catódica para a anódica da curva de polarização. Os aços inoxidáveis fundidos estudados foram: austenítico do tipo ACI CF-3M solubilizado e martensítico do tipo ACI CA-6NM normalizado e revenido. As curvas de polarização catódica-anódica foram traçadas potenciodinamicamente, a uma velocidade de varredura de 0,16 mV·s⁻¹ em solução ácida contendo íons cloreto. Por meio dos ensaios de corrosão, foram determinados alguns parâmetros eletroquímicos. Vários valores de potencial foram selecionados, previamente localizados nas regiões catódica, ativa, passiva e transpassiva da curva de polarização catódica-anódica. Potenciostaticamente, foram monitorados os traçados das curvas, impondo-se uma velocidade de varredura de 50 mV(ECS) a cada 5 min até atingir o valor do potencial selecionado, mantendo-o fixo por 30 minutos. Após o ataque potenciostático, as aparências metalográficas dos aços inoxidáveis fundidos foram verificadas, desde a região catódica até a anódica. Por microscopia eletrônica, foram quantificados os elementos químicos presentes nas fases dos pites. Para melhor avaliar o valor do potencial de pite de cada aço estudado, foi determinada a porcentagem de íons liberados para o eletrólito, após a imposição de valores de potencial menores e maiores do que o potencial de pite pré-determinado pelas curvas de polarização e pelas aparências metalográficas.
A resistência à corrosão de dois tipos de aços inoxidáveis fundidos foi analisada, ao submetê-los a vários valores constantes de potencial, a partir da região catódica para a anódica da curva de polarização. Os aços inoxidáveis fundidos estudados foram: austenítico do tipo ACI CF-3M solubilizado e martensítico do tipo ACI CA-6NM normalizado e revenido. As curvas de polarização catódica-anódica foram traçadas potenciodinamicamente, a uma velocidade de varredura de 0,16 mV·s⁻¹ em solução ácida contendo íons cloreto. Por meio dos ensaios de corrosão, foram determinados alguns parâmetros eletroquímicos. Vários valores de potencial foram selecionados, previamente localizados nas regiões catódica, ativa, passiva e transpassiva da curva de polarização catódica-anódica. Potenciostaticamente, foram monitorados os traçados das curvas, impondo-se uma velocidade de varredura de 50 mV(ECS) a cada 5 min até atingir o valor do potencial selecionado, mantendo-o fixo por 30 minutos. Após o ataque potenciostático, as aparências metalográficas dos aços inoxidáveis fundidos foram verificadas, desde a região catódica até a anódica. Por microscopia eletrônica, foram quantificados os elementos químicos presentes nas fases dos pites. Para melhor avaliar o valor do potencial de pite de cada aço estudado, foi determinada a porcentagem de íons liberados para o eletrólito, após a imposição de valores de potencial menores e maiores do que o potencial de pite pré-determinado pelas curvas de polarização e pelas aparências metalográficas.
Palavras-chave
curva de polarização, ataque potenciostático, aparência metalográfica, aços inoxidáveis, pite
curva de polarização, ataque potenciostático, aparência metalográfica, aços inoxidáveis, pite
Como citar
Souza, Solange de; Rollo, João Manuel D. A.; Castorino, Euclides; Lorenzo, Pedro Luiz Di.
ESTUDO DO POTENCIAL DE PITE NOS AÇOS INOXIDÁVEIS FUNDIDOS, UTILIZANDO ATAQUE POTENCIOSTÁTICO,
p. 417-430.
In: 52º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00026-417-430