ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
O processo Molde Cheio é um processo de fundição que emprega um modelo em poliestireno expansível contido em uma caixa de moldar contendo areia solta, sem ligantes. O metal degrada termicamente o modelo e ocupa perfeitamente o seu lugar, os gases gerados durante a queima escapam através da areia. Esse processo apresenta vantagens em relação a outros processos de fundição, devido a uma maior liberdade nos projetos dos modelos, um menor consumo de energia elétrica e uma menor agressão ao meio ambiente, pois a quantidade de resíduos gerados é menor. Este estudo avaliou o dimensionamento de canais, tintas refratárias e a areia de fundição para uma possível adaptação do processo em uma fundição de médio porte, visando racionalização no consumo de energia elétrica e menores níveis de agressão ao meio ambiente. Os resultados obtidos mostraram-se promissores, uma vez que as tintas empregadas apresentaram boa resistência à erosão e facilidade no escape dos gases. As areias empregadas apresentaram um desempenho adequado quanto ao acabamento superficial, bem como quanto a sua reutilização e a adaptação dos sistemas convencionais de alimentação em areia a verde para o processo Molde Cheio é viável.
O processo Molde Cheio é um processo de fundição que emprega um modelo em poliestireno expansível contido em uma caixa de moldar contendo areia solta, sem ligantes. O metal degrada termicamente o modelo e ocupa perfeitamente o seu lugar, os gases gerados durante a queima escapam através da areia. Esse processo apresenta vantagens em relação a outros processos de fundição, devido a uma maior liberdade nos projetos dos modelos, um menor consumo de energia elétrica e uma menor agressão ao meio ambiente, pois a quantidade de resíduos gerados é menor. Este estudo avaliou o dimensionamento de canais, tintas refratárias e a areia de fundição para uma possível adaptação do processo em uma fundição de médio porte, visando racionalização no consumo de energia elétrica e menores níveis de agressão ao meio ambiente. Os resultados obtidos mostraram-se promissores, uma vez que as tintas empregadas apresentaram boa resistência à erosão e facilidade no escape dos gases. As areias empregadas apresentaram um desempenho adequado quanto ao acabamento superficial, bem como quanto a sua reutilização e a adaptação dos sistemas convencionais de alimentação em areia a verde para o processo Molde Cheio é viável.
Palavras-chave
fundição, processo molde cheio, ligas de alumínio-silício, areia de fundição, erosão térmica
fundição, processo molde cheio, ligas de alumínio-silício, areia de fundição, erosão térmica
Como citar
Martins, Francisco Germano; Oliveira, C. A. S..
ESTUDO DO PROCESSO DE FUNDIÇÃO POR MOLDE CHEIO PARA LIGAS HIPOEUTÉTICAS DE AL-SI,
p. 968-977.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3739