ISSN 2594-5327
57º Congresso anual — Vol. 57 , num. 1 (2002)
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Resumo
Dois aços comerciais contendo vanádio, um com baixo e outro com médio teor de carbono, foram investigados com o objetivo de quantificar o endurecimento por precipitação. Ensaios de tração e equações empíricas que permitem calcular os efeitos da composição química e da microestrutura foram utilizados para determinar os limites de escoamento com e sem endurecimento por precipitação. Carbonitretos finos que tinham se formado na austenita durante a laminação a quente ou na interface γ/α durante o resfriamento foram observados e identificados por microscopia eletrônica de transmissão. Os resultados foram comparados a dados equivalentes obtidos anteriormente para outros aços microligados ao nióbio e titânio. Os carbonitretos de vanádio aparentemente possuíram o mesmo potencial de endurecimento como os carbonitretos de nióbio e titânio, com o valor de endurecimento sendo controlado apenas pela fração volumétrica dos precipitados. Na avaliação quantitativa de cinco aços, os carbonitretos contribuíram ao limite de escoamento com 10 MPa para cada 10⁻⁴ de fração volumétrica. Considerando as adições de microliga em porcentagens por peso, os índices de endurecimento por precipitação atingiram 16 MPa por 0.01% de vanádio, 11 MPa por 0.01% de nióbio, e 20 MPa por 0.01% de titânio.
Dois aços comerciais contendo vanádio, um com baixo e outro com médio teor de carbono, foram investigados com o objetivo de quantificar o endurecimento por precipitação. Ensaios de tração e equações empíricas que permitem calcular os efeitos da composição química e da microestrutura foram utilizados para determinar os limites de escoamento com e sem endurecimento por precipitação. Carbonitretos finos que tinham se formado na austenita durante a laminação a quente ou na interface γ/α durante o resfriamento foram observados e identificados por microscopia eletrônica de transmissão. Os resultados foram comparados a dados equivalentes obtidos anteriormente para outros aços microligados ao nióbio e titânio. Os carbonitretos de vanádio aparentemente possuíram o mesmo potencial de endurecimento como os carbonitretos de nióbio e titânio, com o valor de endurecimento sendo controlado apenas pela fração volumétrica dos precipitados. Na avaliação quantitativa de cinco aços, os carbonitretos contribuíram ao limite de escoamento com 10 MPa para cada 10⁻⁴ de fração volumétrica. Considerando as adições de microliga em porcentagens por peso, os índices de endurecimento por precipitação atingiram 16 MPa por 0.01% de vanádio, 11 MPa por 0.01% de nióbio, e 20 MPa por 0.01% de titânio.
Palavras-chave
aços microligados, aços ao vanádio, endurecimento por precipitação
aços microligados, aços ao vanádio, endurecimento por precipitação
Como citar
Gallego, Juno; Morales, Eduardo Valencia; Kestenbach, HansJürgen.
ESTUDO QUANTITATIVO DO ENDURECIMENTO POR PRECIPITAÇÃO EM AÇOS MICROLIGADOS AO VANÁDIO,
p. 1180-1189.
In: 57º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2002.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01452