ISSN 2594-5327
57º Congresso anual — Vol. 57 , num. 1 (2002)
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Resumo
A microestrutura e textura de chapas laminadas a quente e fitas solidificadas por “melt-spinning”, de uma mesma corrida de aço inoxidável dúplex W. Nr. 1.4462, foram estudadas, no estado inicial e com um tratamento de solubilização a 1100°C. A caracterização microestrutural dos materiais foi feita por difração de raios X, ferritoscopia e dureza. A textura foi estudada por difração de raios X. A chapa no estado “como recebido” apresentou uma microestrutura lamelar de austenita e ferrita. A textura é caracterizada por uma componente (011)[211] na austenita, uma componente forte (001)[110] e outra (332) próxima de [1̅13] na ferrita. Depois da solubilização, a microestrutura lamelar é fragmentada e a textura praticamente não muda na austenita. Na ferrita permanece a textura forte e aparece uma textura fraca (111)[011]. A fita no estado inicial apresenta uma maior quantidade de grãos equiaxiais de ferrita e austenita precipitada nos contornos de grãos ferríticos. A textura possivelmente tem uma componente (110)[uvw] na austenita e uma (100)[uvw] na ferrita. No estado solubilizado, a ferrita perde a morfologia equiaxial, pela formação de austenita. A ferrita tem uma textura (100)[011] ± 15°, a austenita possui uma textura de fibra <110> e uma componente fraca (210)[uvw].
A microestrutura e textura de chapas laminadas a quente e fitas solidificadas por “melt-spinning”, de uma mesma corrida de aço inoxidável dúplex W. Nr. 1.4462, foram estudadas, no estado inicial e com um tratamento de solubilização a 1100°C. A caracterização microestrutural dos materiais foi feita por difração de raios X, ferritoscopia e dureza. A textura foi estudada por difração de raios X. A chapa no estado “como recebido” apresentou uma microestrutura lamelar de austenita e ferrita. A textura é caracterizada por uma componente (011)[211] na austenita, uma componente forte (001)[110] e outra (332) próxima de [1̅13] na ferrita. Depois da solubilização, a microestrutura lamelar é fragmentada e a textura praticamente não muda na austenita. Na ferrita permanece a textura forte e aparece uma textura fraca (111)[011]. A fita no estado inicial apresenta uma maior quantidade de grãos equiaxiais de ferrita e austenita precipitada nos contornos de grãos ferríticos. A textura possivelmente tem uma componente (110)[uvw] na austenita e uma (100)[uvw] na ferrita. No estado solubilizado, a ferrita perde a morfologia equiaxial, pela formação de austenita. A ferrita tem uma textura (100)[011] ± 15°, a austenita possui uma textura de fibra <110> e uma componente fraca (210)[uvw].
Palavras-chave
Aço inoxidável dúplex, “melt-spinning”, textura cristalográfica.
Aço inoxidável dúplex, “melt-spinning”, textura cristalográfica.
Como citar
Herrera, Clara; Lima, Nelson Batista de; Padilha, Angelo Fernando.
ESTUDOS DE TEXTURA E MICROESTRUTURA EM CHAPAS LAMINADAS E FITAS OBTIDAS POR “MELT-SPINNING” DO AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX W. Nr. 1.4462,
p. 1323-1332.
In: 57º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2002.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01467