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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

52º Congresso anual Vol. 52 , num. 1 (1997)


Título

FADIGA SOB CORROSÃO DE AÇO CARBONO EM SOLUÇÃO AQUOSA

FADIGA SOB CORROSÃO DE AÇO CARBONO EM SOLUÇÃO AQUOSA

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00255-3954-3967

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Resumo

Este artigo apresenta uma investigação sobre fadiga sob corrosão de aço carbono 1018 em solução de nitrato de amônia e uréia (NAU) e discute os resultados obtidos através de testes de fadiga axiais em meio corrosivo e no ar (como referência) e ensaios eletroquímicos. Os resultados experimentais indicam que no estado ativo corpos de prova recozidos apresentaram uma redução da resistência à fadiga de cerca de 23% em 10⁶ ciclos (em relação a testes efetuados no ar). Corpos de prova no estado como recebido apresentaram uma redução da resistência à fadiga de cerca de 37% em 10⁶ ciclos. No entanto, testes conduzidos em corpos de prova no estado passivo não apresentaram redução de resistência à fadiga comparados com testes efetuados no ar. É proposto que aço carbono 1018 no estado passivo não sofre fadiga sob corrosão em solução de NAU porque não é susceptível à corrosão em frestas neste ambiente. Microscopia eletrônica de varredura de corpos de prova submetidos à fadiga sob corrosão sugere que pites localizados ao longo de inclusões de cálcio-silício-manganês que inicialmente são longitudinalmente orientadas e arredondados no decorrer do ensaio adquirem um formato de “estrela” podendo ser locais de nucleação de trinca.

 

Este artigo apresenta uma investigação sobre fadiga sob corrosão de aço carbono 1018 em solução de nitrato de amônia e uréia (NAU) e discute os resultados obtidos através de testes de fadiga axiais em meio corrosivo e no ar (como referência) e ensaios eletroquímicos. Os resultados experimentais indicam que no estado ativo corpos de prova recozidos apresentaram uma redução da resistência à fadiga de cerca de 23% em 10⁶ ciclos (em relação a testes efetuados no ar). Corpos de prova no estado como recebido apresentaram uma redução da resistência à fadiga de cerca de 37% em 10⁶ ciclos. No entanto, testes conduzidos em corpos de prova no estado passivo não apresentaram redução de resistência à fadiga comparados com testes efetuados no ar. É proposto que aço carbono 1018 no estado passivo não sofre fadiga sob corrosão em solução de NAU porque não é susceptível à corrosão em frestas neste ambiente. Microscopia eletrônica de varredura de corpos de prova submetidos à fadiga sob corrosão sugere que pites localizados ao longo de inclusões de cálcio-silício-manganês que inicialmente são longitudinalmente orientadas e arredondados no decorrer do ensaio adquirem um formato de “estrela” podendo ser locais de nucleação de trinca.

Palavras-chave

fadiga sob corrosão, corrosão em frestas, aço carbono, resistência à fadiga, inclusões não metálicas

fadiga sob corrosão, corrosão em frestas, aço carbono, resistência à fadiga, inclusões não metálicas

Como citar

Verdolini, Regina Faber; Cahoon, John R.. FADIGA SOB CORROSÃO DE AÇO CARBONO EM SOLUÇÃO AQUOSA, p. 3954-3967. In: 52º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00255-3954-3967