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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

52º Congresso anual Vol. 52 , num. 1 (1997)


Título

FLOTAÇÃO IÔNICA DE COMPLEXOS AUROCIANETO

FLOTAÇÃO IÔNICA DE COMPLEXOS AUROCIANETO

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00317-4965-4975

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Resumo

O processo de flotação iônica foi investigado com o objetivo de recuperar e concentrar íons aurocianeto provenientes de soluções residuais de lixívias do processo de extração de ouro. A partir de soluções sintéticas, estudou-se a flotabilidade do íon aurocianeto na presença do coletor catiônico brometo de cetiltrimetilamônio (CTAB). Os ensaios em batelada visaram determinar o efeito da concentração do coletor na recuperação máxima e recuperação em função do tempo para concentrações iniciais de ouro em torno de 5,0 ppm, tipicamente o nível onde a flotação iônica tem sua aplicação. Concentrações de CTAB ligeiramente superiores a 0,030 g·dm⁻³, equivalente a cerca de 3,5 vezes a concentração estequiométrica, permitiram a obtenção de recuperações máximas de ouro na ordem de 90%. Por outro lado, tempos da ordem de 60 minutos foram suficientes para a obtenção de recuperações de ouro superiores a 93% das respectivas recuperações máximas, com o emprego de baixas vazões de ar.

 

O processo de flotação iônica foi investigado com o objetivo de recuperar e concentrar íons aurocianeto provenientes de soluções residuais de lixívias do processo de extração de ouro. A partir de soluções sintéticas, estudou-se a flotabilidade do íon aurocianeto na presença do coletor catiônico brometo de cetiltrimetilamônio (CTAB). Os ensaios em batelada visaram determinar o efeito da concentração do coletor na recuperação máxima e recuperação em função do tempo para concentrações iniciais de ouro em torno de 5,0 ppm, tipicamente o nível onde a flotação iônica tem sua aplicação. Concentrações de CTAB ligeiramente superiores a 0,030 g·dm⁻³, equivalente a cerca de 3,5 vezes a concentração estequiométrica, permitiram a obtenção de recuperações máximas de ouro na ordem de 90%. Por outro lado, tempos da ordem de 60 minutos foram suficientes para a obtenção de recuperações de ouro superiores a 93% das respectivas recuperações máximas, com o emprego de baixas vazões de ar.

Palavras-chave

flotação iônica, ouro, espumas, recuperação, CTAB

flotação iônica, ouro, espumas, recuperação, CTAB

Como citar

Torem, Maurício Leonardo; Rangel, Rodolfo Maia. FLOTAÇÃO IÔNICA DE COMPLEXOS AUROCIANETO, p. 4965-4975. In: 52º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00317-4965-4975