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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

52º Congresso anual Vol. 52 , num. 1 (1997)


Título

FORMAÇÃO E MORFOLOGIA DOS CRISTAIS DE FOSFATO EM REVESTIMENTO GALVARRECOZIDO

FORMAÇÃO E MORFOLOGIA DOS CRISTAIS DE FOSFATO EM REVESTIMENTO GALVARRECOZIDO

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00033-513-524

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Resumo

A produção do revestimento galvarrecozido consiste em se fazer o tratamento térmico do revestimento galvanizado para favorecer a interdifusão do Zn do revestimento e do Fe do substrato, com a formação de diferentes fases Fe-Zn. Este revestimento vem sendo empregado na indústria automobilística e linha branca, nestes segmentos os produtos são fosfatizados e pintados para melhorar a aparência. O emprego da camada de fosfato aumenta a área da superfície a ser pintada, facilita a ancoragem da tinta e confere ao produto uma maior resistência à corrosão. Na literatura há carência de informações quanto às propriedades e mecanismos de formação e crescimento dos cristais de fosfato em revestimento galvarrecozido. No presente trabalho, amostras de aço livre de intersticiais e baixo carbono com revestimento galvarrecozido e amostras zincadas foram fosfatizadas com solução de fosfato comercial tricatiônico durante tempos entre 1 e 120 segundos às temperaturas de 40, 50 e 60 °C. A análise no microscópio eletrônico de varredura indicou que a nucleação dos cristais de fosfato é mais rápida no revestimento galvarrecozido, no entanto, o recobrimento completo da superfície ocorre em menor tempo nas amostras zincadas. A temperatura de fosfatização altera o tempo para iniciar a precipitação dos cristais e os sítios preferenciais para nuclear os cristais de fosfato, tendo menor influência no revestimento zincado.

 

A produção do revestimento galvarrecozido consiste em se fazer o tratamento térmico do revestimento galvanizado para favorecer a interdifusão do Zn do revestimento e do Fe do substrato, com a formação de diferentes fases Fe-Zn. Este revestimento vem sendo empregado na indústria automobilística e linha branca, nestes segmentos os produtos são fosfatizados e pintados para melhorar a aparência. O emprego da camada de fosfato aumenta a área da superfície a ser pintada, facilita a ancoragem da tinta e confere ao produto uma maior resistência à corrosão. Na literatura há carência de informações quanto às propriedades e mecanismos de formação e crescimento dos cristais de fosfato em revestimento galvarrecozido. No presente trabalho, amostras de aço livre de intersticiais e baixo carbono com revestimento galvarrecozido e amostras zincadas foram fosfatizadas com solução de fosfato comercial tricatiônico durante tempos entre 1 e 120 segundos às temperaturas de 40, 50 e 60 °C. A análise no microscópio eletrônico de varredura indicou que a nucleação dos cristais de fosfato é mais rápida no revestimento galvarrecozido, no entanto, o recobrimento completo da superfície ocorre em menor tempo nas amostras zincadas. A temperatura de fosfatização altera o tempo para iniciar a precipitação dos cristais e os sítios preferenciais para nuclear os cristais de fosfato, tendo menor influência no revestimento zincado.

Como citar

Elias, Carlos Nelson; AlcaláVela, Jorge Alberto. FORMAÇÃO E MORFOLOGIA DOS CRISTAIS DE FOSFATO EM REVESTIMENTO GALVARRECOZIDO, p. 513-524. In: 52º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00033-513-524