ISSN 2594-5327
57º Congresso anual — Vol. 57 , num. 1 (2002)
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Resumo
Este trabalho aborda os parâmetros cinéticos envolvidos no processo de fusão–redução de pelotas convencionais e auto redutoras contendo óxidos de ferro. A influência do tipo de redutor e da quantidade de aglomerante no processo também são descritos. Os redutores utilizados são: grafita, moinha de coque e carvão vegetal. O cimento Portland tipo ARI é o aglomerante utilizado. A temperatura de análise variou entre 1523 e 1912 K. A grafita foi o melhor redutor nas pelotas auto–redutoras seguida do carvão vegetal e da moinha de coque. O aumento de 6,5 para 10,0% de cimento nas pelotas diminui a velocidade de redução mas não interfere no mecanismo cinético controlador do processo. Os resultados cinéticos indicam que o mecanismo controlador para todos os tipos de pelotas auto–redutoras foram os fenômenos de transporte de calor. O valor da energia de ativação aparente das pelotas auto redutoras variou entre 58,47 e 102,36 kJ/mol. As pelotas convencionais sinterizadas tiveram como mecanismo controlador a reação de gasificação do carbono do banho e as aglomeradas a frio o controle misto. O valor da energia de ativação aparente das pelotas convencionais variou entre 155,01 e 244,80 kJ/mol.
Este trabalho aborda os parâmetros cinéticos envolvidos no processo de fusão–redução de pelotas convencionais e auto redutoras contendo óxidos de ferro. A influência do tipo de redutor e da quantidade de aglomerante no processo também são descritos. Os redutores utilizados são: grafita, moinha de coque e carvão vegetal. O cimento Portland tipo ARI é o aglomerante utilizado. A temperatura de análise variou entre 1523 e 1912 K. A grafita foi o melhor redutor nas pelotas auto–redutoras seguida do carvão vegetal e da moinha de coque. O aumento de 6,5 para 10,0% de cimento nas pelotas diminui a velocidade de redução mas não interfere no mecanismo cinético controlador do processo. Os resultados cinéticos indicam que o mecanismo controlador para todos os tipos de pelotas auto–redutoras foram os fenômenos de transporte de calor. O valor da energia de ativação aparente das pelotas auto redutoras variou entre 58,47 e 102,36 kJ/mol. As pelotas convencionais sinterizadas tiveram como mecanismo controlador a reação de gasificação do carbono do banho e as aglomeradas a frio o controle misto. O valor da energia de ativação aparente das pelotas convencionais variou entre 155,01 e 244,80 kJ/mol.
Palavras-chave
óxido de ferro, pelotas, cinética.
óxido de ferro, pelotas, cinética.
Como citar
Santos, Dener Martins dos; Mourão, Marcelo Breda; Takano, Cyro.
FUSÃO–REDUÇÃO DE PELOTAS DE ÓXIDOS DE FERRO,
p. 1848-1859.
In: 57º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2002.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01522