ISSN 2594-5327
52º Congresso anual — Vol. 52 , num. 1 (1997)
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Resumo
O gás natural é considerado uma fonte energética primária "não-renovável", com tendência de aumento de consumo a nível mundial. Recentes projeções de mercado têm apresentado valores de participação na matriz energética global, passando de 21,1% em 1994 para 24,0% em 2010. O consumo energético anual alcançará valores de 29,23x10⁹ Gcal no ano 2010 (8990 milhões de Nm³ gás/dia), contra 18,90x10⁹ Gcal no ano 1994 (5810 milhões de Nm³ gás/dia). Para o Brasil foi previsto um aumento de 8,7 milhões de Nm³ gás/dia em 1994 para 35,9 milhões de Nm³ gás/dia no ano 2010. Projetos como o gasoduto “Brasil-Bolívia”, fornecendo de 16 a 20 milhões de Nm³ gás/dia, tem-se a expectativa para início de operação em dezembro de 1998. Este projeto abastecerá estados como: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, atualmente sem possibilidade de consumo devido à falta de oferta. Também as regiões de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais terão maior disponibilidade para a demanda deste energético. Os pontos de consumo na área industrial são diversos, mostrados em tabelas de evolução na matriz energética brasileira. Itens técnicos/econômicos da injeção do gás natural, e aspectos relativos à operação serão abordados no trabalho.
O gás natural é considerado uma fonte energética primária "não-renovável", com tendência de aumento de consumo a nível mundial. Recentes projeções de mercado têm apresentado valores de participação na matriz energética global, passando de 21,1% em 1994 para 24,0% em 2010. O consumo energético anual alcançará valores de 29,23x10⁹ Gcal no ano 2010 (8990 milhões de Nm³ gás/dia), contra 18,90x10⁹ Gcal no ano 1994 (5810 milhões de Nm³ gás/dia). Para o Brasil foi previsto um aumento de 8,7 milhões de Nm³ gás/dia em 1994 para 35,9 milhões de Nm³ gás/dia no ano 2010. Projetos como o gasoduto “Brasil-Bolívia”, fornecendo de 16 a 20 milhões de Nm³ gás/dia, tem-se a expectativa para início de operação em dezembro de 1998. Este projeto abastecerá estados como: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, atualmente sem possibilidade de consumo devido à falta de oferta. Também as regiões de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais terão maior disponibilidade para a demanda deste energético. Os pontos de consumo na área industrial são diversos, mostrados em tabelas de evolução na matriz energética brasileira. Itens técnicos/econômicos da injeção do gás natural, e aspectos relativos à operação serão abordados no trabalho.
Palavras-chave
gás natural, matriz energética, combustível
gás natural, matriz energética, combustível
Como citar
Moraes, Ricardo Luchese de.
GÁS NATURAL - "PERSPECTIVAS DE DISTRIBUIÇÃO E CONSUMO",
p. 1630-1654.
In: 52º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00104-1630-1654