ISSN 2594-5327
57º Congresso anual — Vol. 57 , num. 1 (2002)
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Resumo
A qualidade superficial de uma ferramenta é decisiva na adesão de revestimentos duros e desempenha um papel fundamental na geração de camadas híbridas, considerando que após o tratamento de nitretação por plasma a ferramenta não deva sofrer novo acabamento superficial. Este trabalho estuda a variação da rugosidade nos aços ferramenta ao trabalho a frio AISI D2 e a quente AISI H13 após o tratamento de nitretação por plasma, a 520°C por 10 horas, em diferentes frações de nitrogênio da mistura gasosa; 5, 10, 20 e 75% em volume. Antes da nitretação as superfícies das amostras foram polidas resultando em uma rugosidade média 0,06μm em Ra e 0,20μm em Rz. Os resultados mostram que os aços H13 e D2 apresentam o mesmo comportamento em intensidade diferente. Em ambos os casos a variação da rugosidade é mínima em 5% de nitrogênio no a forte elevação para a fração de 20% e a seguir uma elevação mais tênue até 75% de nitrogênio na mistura. A variação de rugosidade é sempre superior para o aço D2. Este comportamento está relacionado à modificação da microestrutura superficial em decorrência da diferença de composição química entre os aços, principalmente com relação ao cromo.
A qualidade superficial de uma ferramenta é decisiva na adesão de revestimentos duros e desempenha um papel fundamental na geração de camadas híbridas, considerando que após o tratamento de nitretação por plasma a ferramenta não deva sofrer novo acabamento superficial. Este trabalho estuda a variação da rugosidade nos aços ferramenta ao trabalho a frio AISI D2 e a quente AISI H13 após o tratamento de nitretação por plasma, a 520°C por 10 horas, em diferentes frações de nitrogênio da mistura gasosa; 5, 10, 20 e 75% em volume. Antes da nitretação as superfícies das amostras foram polidas resultando em uma rugosidade média 0,06μm em Ra e 0,20μm em Rz. Os resultados mostram que os aços H13 e D2 apresentam o mesmo comportamento em intensidade diferente. Em ambos os casos a variação da rugosidade é mínima em 5% de nitrogênio no a forte elevação para a fração de 20% e a seguir uma elevação mais tênue até 75% de nitrogênio na mistura. A variação de rugosidade é sempre superior para o aço D2. Este comportamento está relacionado à modificação da microestrutura superficial em decorrência da diferença de composição química entre os aços, principalmente com relação ao cromo.
Palavras-chave
NITRETAÇÃO POR PLASMA, AÇOS FERRAMENTA E RUGOSIDADE.
NITRETAÇÃO POR PLASMA, AÇOS FERRAMENTA E RUGOSIDADE.
Como citar
Pinedo, Carlos Eduardo; Tschiptschin, André Paulo; Junior, Adonias Ribeiro Franco.
INFLUÊNCIA DA COMPOSIÇÃO GASOSA NA RUGOSIDADE DE AÇOS FERRAMENTA NITRETADOS POR PLASMA,
p. 1486-1493.
In: 57º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2002.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01484