ISSN 2594-5327
55º Congresso anual — Vol. 55 , num. 1 (2000)
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Resumo
Foi realizado um estudo da resistência ao desgaste de ferros fundidos nodulares com diferentes estruturas de matriz metálica. Foram realizados tratamentos térmicos de austêmpera a 370°C após austenitização a 875°C, 925°C e 975°C visando obter várias condições de matriz metálica. Algumas amostras foram, também, submetidas a tratamentos de têmpera e perlitização, para efeito de comparação. Os ensaios de desgaste foram feitos a seco, utilizando-se areia (50/40 mesh) como material abrasivo. Os corpos de prova foram colocados num suporte que gira a 1.000 rpm dentro de um recipiente contendo o abrasivo. O desgaste foi determinado através de medidas de perda de massa e variações da rugosidade superficial. Os resultados mostraram que os ferros fundidos nodulares com matriz austemperada apresentaram uma perda de massa crescente com o aumento do tempo de ensaio e com a diminuição da temperatura de austenitização. Os ferros fundidos de matrizes perlítica e martensítica apresentaram, entretanto, um comportamento variável com o tempo. Inicialmente, a perda de massa aumentou progressivamente de forma semelhante à observada no material austemperado. Depois de 24 h de ensaio, a taxa de desgaste aumentou significativamente, fato este indicativo de mudança no mecanismo de desgaste.
Foi realizado um estudo da resistência ao desgaste de ferros fundidos nodulares com diferentes estruturas de matriz metálica. Foram realizados tratamentos térmicos de austêmpera a 370°C após austenitização a 875°C, 925°C e 975°C visando obter várias condições de matriz metálica. Algumas amostras foram, também, submetidas a tratamentos de têmpera e perlitização, para efeito de comparação. Os ensaios de desgaste foram feitos a seco, utilizando-se areia (50/40 mesh) como material abrasivo. Os corpos de prova foram colocados num suporte que gira a 1.000 rpm dentro de um recipiente contendo o abrasivo. O desgaste foi determinado através de medidas de perda de massa e variações da rugosidade superficial. Os resultados mostraram que os ferros fundidos nodulares com matriz austemperada apresentaram uma perda de massa crescente com o aumento do tempo de ensaio e com a diminuição da temperatura de austenitização. Os ferros fundidos de matrizes perlítica e martensítica apresentaram, entretanto, um comportamento variável com o tempo. Inicialmente, a perda de massa aumentou progressivamente de forma semelhante à observada no material austemperado. Depois de 24 h de ensaio, a taxa de desgaste aumentou significativamente, fato este indicativo de mudança no mecanismo de desgaste.
Palavras-chave
ferro fundido nodular, tratamento térmico, austêmpera, desgaste abrasivo
ferro fundido nodular, tratamento térmico, austêmpera, desgaste abrasivo
Como citar
CuevaGalárraga, Edison Gustavo; Tschiptschin, André Paulo.
INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE AUSTENITIZAÇÃO NA RESISTÊNCIA AO DESGASTE ABRASIVO DE FERROS FUNDIDOS NODULARES AUSTEMPERADOS,
p. 3096-3106.
In: 55º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01057