ISSN 2594-5327
51º Congresso anual — Vol. 51 , num. 1 (1996)
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Resumo
Apesar da grande produção de ferro gusa em altos-fornos de pequeno porte no Brasil, o desenvolvimento tecnológico desses fornos é muito inferior ao dos altos-fornos de grandes empresas. Toda tentativa de um melhor controle de processo passa pela necessidade de se ter informações confiáveis de índices técnicos. A realidade é que uma boa parte das empresas, que opera com alto-forno pequeno, não tem a instrumentação mínima necessária para uma avaliação adequada do processo. Algumas empresas que têm uma boa infra-estrutura de coleta de dados, muitas vezes não fazem o uso correto dos equipamentos ou dos dados que são adquiridos. Nesse trabalho, as instrumentações e os dados operacionais mínimos necessários para um bom controle de processo são listados e é discutida a importância de cada um deles. A partir dessas informações é mostrado como utilizá-las com o objetivo de se tomar ações operacionais corretas, que devem ser padronizadas e executadas por todos os operadores do forno. Nessa parte vários modelos de controle são discutidos. A conclusão final é que, atualmente, com baixo investimento, é possível melhorar o nível de controle de processo de pequenos altos-fornos e como consequência melhorar o desempenho operacional do forno, obtendo-se assim redução no custo final do ferro gusa.
Apesar da grande produção de ferro gusa em altos-fornos de pequeno porte no Brasil, o desenvolvimento tecnológico desses fornos é muito inferior ao dos altos-fornos de grandes empresas. Toda tentativa de um melhor controle de processo passa pela necessidade de se ter informações confiáveis de índices técnicos. A realidade é que uma boa parte das empresas, que opera com alto-forno pequeno, não tem a instrumentação mínima necessária para uma avaliação adequada do processo. Algumas empresas que têm uma boa infra-estrutura de coleta de dados, muitas vezes não fazem o uso correto dos equipamentos ou dos dados que são adquiridos. Nesse trabalho, as instrumentações e os dados operacionais mínimos necessários para um bom controle de processo são listados e é discutida a importância de cada um deles. A partir dessas informações é mostrado como utilizá-las com o objetivo de se tomar ações operacionais corretas, que devem ser padronizadas e executadas por todos os operadores do forno. Nessa parte vários modelos de controle são discutidos. A conclusão final é que, atualmente, com baixo investimento, é possível melhorar o nível de controle de processo de pequenos altos-fornos e como consequência melhorar o desempenho operacional do forno, obtendo-se assim redução no custo final do ferro gusa.
Palavras-chave
alto-forno, controle de processo, instrumentação
alto-forno, controle de processo, instrumentação
Como citar
Castro, Luiz Fernando Andrade de; Tavares, Roberto Parreiras.
INSTRUMENTAÇÃO E DADOS OPERACIONAIS DE ALTOS-FORNOS DE PEQUENO PORTE VISANDO MELHORIA DE DESEMPENHO,
p. 297-304.
In: 51º Congresso anual,
Porto Alegre, Brasil,
1996.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-51v1-301-308