Powered by Blucher Proceedings

Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

55º Congresso anual Vol. 55 , num. 1 (2000)


Título

MATRIZ ENERGÉTICA EM ACIARIAS BRASILEIRAS

MATRIZ ENERGÉTICA EM ACIARIAS BRASILEIRAS

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00845

Downloads

0 Downloads

Resumo

Atualmente, fatores básicos como: aumento de produtividade, desenvolvimento de novos produtos e redução no consumo energético, são metas prioritárias para a indústria. Dentro do setor industrial, a siderurgia brasileira em sintonia com a globalização, é influenciada pelo custo do produto para atingir seus objetivos de venda no mercado. A participação relativa da “energia requerida” para a fabricação do aço, no “custo” final, varia principalmente em função do tipo de produto usinado analisado (placas, chapas finas, bobinas, aço inoxidável, ...). No Brasil, a incidência total do custo da energia no custo do produto da usina está entre 20 a 40 %. Dentre as unidades consumidoras de energia primária em usinas integradas, estão as Aciarias. Sua necessidade energética é da ordem de grandeza de 200 a 400 Mcal/t aço produzido, não sendo um grande consumidor em relação à demanda total da usina variando de 5.000 a 7.000 Mcal/t aço produzido. O trabalho em questão pretende abordar a demanda energética requerida em Aciarias brasileiras, de usinas siderúrgicas integradas (CSN, Usiminas, Cosipa, Açominas e CST). O período de análise será de 1994 a 1998. Os itens individuais de consumo na Aciaria serão avaliados e comentados, entre eles: coque grosso e fino, gás natural, gás de coqueria, energia elétrica, oxigênio, nitrogênio, argônio, ar resfriado e comprimido e vapor. Aspectos econômicos dos energéticos em questão e os “créditos” de energia da Aciaria, serão abordados

 

Atualmente, fatores básicos como: aumento de produtividade, desenvolvimento de novos produtos e redução no consumo energético, são metas prioritárias para a indústria. Dentro do setor industrial, a siderurgia brasileira em sintonia com a globalização, é influenciada pelo custo do produto para atingir seus objetivos de venda no mercado. A participação relativa da “energia requerida” para a fabricação do aço, no “custo” final, varia principalmente em função do tipo de produto usinado analisado (placas, chapas finas, bobinas, aço inoxidável, ...). No Brasil, a incidência total do custo da energia no custo do produto da usina está entre 20 a 40 %. Dentre as unidades consumidoras de energia primária em usinas integradas, estão as Aciarias. Sua necessidade energética é da ordem de grandeza de 200 a 400 Mcal/t aço produzido, não sendo um grande consumidor em relação à demanda total da usina variando de 5.000 a 7.000 Mcal/t aço produzido. O trabalho em questão pretende abordar a demanda energética requerida em Aciarias brasileiras, de usinas siderúrgicas integradas (CSN, Usiminas, Cosipa, Açominas e CST). O período de análise será de 1994 a 1998. Os itens individuais de consumo na Aciaria serão avaliados e comentados, entre eles: coque grosso e fino, gás natural, gás de coqueria, energia elétrica, oxigênio, nitrogênio, argônio, ar resfriado e comprimido e vapor. Aspectos econômicos dos energéticos em questão e os “créditos” de energia da Aciaria, serão abordados

Palavras-chave

aciaria, energia, combustível, aço, siderurgia

aciaria, energia, combustível, aço, siderurgia

Como citar

Moraes, Ricardo Luchese de. MATRIZ ENERGÉTICA EM ACIARIAS BRASILEIRAS, p. 1029-1039. In: 55º Congresso anual, Rio de Janeiro, Brasil, 2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00845