ISSN 2594-5327
50º Congresso anual — Vol. 50 , num. 1 (1995)
Título
Autoria
DOI
Downloads
Resumo
Este trabalho tem por objetivo selecionar métodos capazes de avaliar o grau de sensibilização dos aços inoxidáveis martensíticos. Utilizou-se um aço AISI 410 comercial, temperado em óleo a partir de 975 °C e revenido em diversas temperaturas entre 300 °C e 650 °C. Realizaram-se levantamentos potenciodinâmicos das curvas de polarização, ataques potenciodinâmicos em -100 mV_ECS e ensaios de reativação potenciodinâmica pelo método DL-EPR. Adotou-se, nestes casos, a solução 1N H₂SO₄ na temperatura ambiente como eletrólito. Também foram realizados ataques em ácido oxálico segundo a prática A da norma ASTM A 262. Verificou-se que a causa mais provável da sensibilização do aço AISI 410 é a presença de zonas empobrecidas em cromo ao redor de carbonetos precipitados tanto nos contornos de grão, como nas interfaces entre as agulhas de martensita. Os resultados dos métodos foram comparados e mostraram que, com exceção do ataque em ácido oxálico, os demais ensaios são capazes de detectar a presença de zonas empobrecidas em cromo e permitem a avaliação do grau de sensibilização do aço inoxidável martensítico.
Este trabalho tem por objetivo selecionar métodos capazes de avaliar o grau de sensibilização dos aços inoxidáveis martensíticos. Utilizou-se um aço AISI 410 comercial, temperado em óleo a partir de 975 °C e revenido em diversas temperaturas entre 300 °C e 650 °C. Realizaram-se levantamentos potenciodinâmicos das curvas de polarização, ataques potenciodinâmicos em -100 mV_ECS e ensaios de reativação potenciodinâmica pelo método DL-EPR. Adotou-se, nestes casos, a solução 1N H₂SO₄ na temperatura ambiente como eletrólito. Também foram realizados ataques em ácido oxálico segundo a prática A da norma ASTM A 262. Verificou-se que a causa mais provável da sensibilização do aço AISI 410 é a presença de zonas empobrecidas em cromo ao redor de carbonetos precipitados tanto nos contornos de grão, como nas interfaces entre as agulhas de martensita. Os resultados dos métodos foram comparados e mostraram que, com exceção do ataque em ácido oxálico, os demais ensaios são capazes de detectar a presença de zonas empobrecidas em cromo e permitem a avaliação do grau de sensibilização do aço inoxidável martensítico.
Palavras-chave
aços inoxidáveis martensíticos, sensibilização, ensaios para controle de qualidade
aços inoxidáveis martensíticos, sensibilização, ensaios para controle de qualidade
Como citar
Magri, Marcelo; Alonso, Neusa.
Métodos eletroquímicos para a avaliação da sensibilização em aços inoxidáveis martensíticos,
p. 2609-2628.
In: 50º Congresso anual,
São Pedro-SP, Brasil,
1995.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-50v5-133-152