ISSN 2594-5327
52º Congresso anual — Vol. 52 , num. 1 (1997)
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Resumo
A partir de modelos matemáticos empíricos dos fenômenos de amaciamento, que ocorrem durante a deformação a quente, foi desenvolvido um programa computacional que descreve a evolução microestrutural durante sequências de deformações típicas do processo de laminação a quente de aços. Essa modelagem é baseada nos trabalhos de Sellars, Yada e Roberts, descrevendo os fenômenos metalúrgicos através da fração recristalizada, do tamanho dos grãos recristalizados e da cinética de crescimento dos grãos após a recristalização. Paralelamente a essa modelagem, foram feitas simulações físicas em um aço C-Mn, utilizando uma máquina de ensaios de torção a quente computadorizada, simulando uma sequência de passes em resfriamento contínuo. Para a realização de observações microestruturais posteriores e quantificação dos tamanhos de grãos austeníticos, foram feitas várias têmperas interrompendo a simulação física em diferentes estágios de deformação. A análise dos resultados foi feita interpretando os dados obtidos com a modelagem matemática em conjunto com os dados da simulação física. Os resultados obtidos mostram que a modelagem de Sellars é a que melhor se ajusta aos dados experimentais, nas condições impostas, e que o amaciamento ocorre nos intervalos entre passes, com o refino de grãos controlado pela recristalização estática.
A partir de modelos matemáticos empíricos dos fenômenos de amaciamento, que ocorrem durante a deformação a quente, foi desenvolvido um programa computacional que descreve a evolução microestrutural durante sequências de deformações típicas do processo de laminação a quente de aços. Essa modelagem é baseada nos trabalhos de Sellars, Yada e Roberts, descrevendo os fenômenos metalúrgicos através da fração recristalizada, do tamanho dos grãos recristalizados e da cinética de crescimento dos grãos após a recristalização. Paralelamente a essa modelagem, foram feitas simulações físicas em um aço C-Mn, utilizando uma máquina de ensaios de torção a quente computadorizada, simulando uma sequência de passes em resfriamento contínuo. Para a realização de observações microestruturais posteriores e quantificação dos tamanhos de grãos austeníticos, foram feitas várias têmperas interrompendo a simulação física em diferentes estágios de deformação. A análise dos resultados foi feita interpretando os dados obtidos com a modelagem matemática em conjunto com os dados da simulação física. Os resultados obtidos mostram que a modelagem de Sellars é a que melhor se ajusta aos dados experimentais, nas condições impostas, e que o amaciamento ocorre nos intervalos entre passes, com o refino de grãos controlado pela recristalização estática.
Palavras-chave
Aço C-Mn, Tamanho de Grão, Simulação
Aço C-Mn, Tamanho de Grão, Simulação
Como citar
Regone, Wiliam; Balancin, Oscar.
MODELAGEM DA EVOLUÇÃO DOS TAMANHOS DE GRÃOS AUSTENÍTICOS DURANTE SEQUÊNCIAS DE DEFORMAÇÕES A QUENTE,
p. 1159-1179.
In: 52º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00075-1159-1179