ISSN 2594-5327
56º Congresso anual — Vol. 56 , num. 1 (2001)
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Resumo
A implantação do sistema de automação no Laminador de Tiras a Quente da COSIPA, ora em curso, gerou a necessidade de se caracterizar e modelar matematicamente a resistência à deformação a quente dos aços lá processados. O objetivo deste trabalho foi determinar, através de ensaios de torção a quente isotérmicos, a resistência à deformação a quente das ligas mais representativas do mix produtivo, bem como desenvolver modelos matemáticos que permitissem o cálculo desse parâmetro a partir da composição química do aço e das condições de deformação a quente, ou seja, temperatura, grau e velocidade de deformação. A ênfase desse trabalho foi a dedução de um modelo matemático o mais geral possível, permitindo seu uso na previsão da resistência à deformação a quente para as combinações e teores de elementos de liga. Isso foi conseguido incorporando-se ao modelo o algoritmo de Medina para o cálculo da energia de ativação para a deformação a quente Q, a qual foi medida a partir de um projeto otimizado de experimentos. Dessa forma podem ser minimizados os erros produzidos pela extrapolação do modelo de cálculo quando são consideradas ligas ligeiramente diferentes das usadas nos ensaios experimentais.
A implantação do sistema de automação no Laminador de Tiras a Quente da COSIPA, ora em curso, gerou a necessidade de se caracterizar e modelar matematicamente a resistência à deformação a quente dos aços lá processados. O objetivo deste trabalho foi determinar, através de ensaios de torção a quente isotérmicos, a resistência à deformação a quente das ligas mais representativas do mix produtivo, bem como desenvolver modelos matemáticos que permitissem o cálculo desse parâmetro a partir da composição química do aço e das condições de deformação a quente, ou seja, temperatura, grau e velocidade de deformação. A ênfase desse trabalho foi a dedução de um modelo matemático o mais geral possível, permitindo seu uso na previsão da resistência à deformação a quente para as combinações e teores de elementos de liga. Isso foi conseguido incorporando-se ao modelo o algoritmo de Medina para o cálculo da energia de ativação para a deformação a quente Q, a qual foi medida a partir de um projeto otimizado de experimentos. Dessa forma podem ser minimizados os erros produzidos pela extrapolação do modelo de cálculo quando são consideradas ligas ligeiramente diferentes das usadas nos ensaios experimentais.
Palavras-chave
resistência à deformação a quente, composição química, modelo matemático
resistência à deformação a quente, composição química, modelo matemático
Como citar
Gorni, Antonio Augusto; Xavier, Marcos Domingos; Vallim, Pedro Segundo da Silva; Silveira, José Herbert Dolabela da; Jr., Maurício Domingos Campos.
MODELAMENTO MATEMÁTICO DO EFEITO DOS ELEMENTOS DE LIGA DOS AÇOS SOBRE SUA RESISTÊNCIA À DEFORMAÇÃO A QUENTE,
p. 1082-1091.
In: 56º Congresso anual,
Belo Horizonte, Brasil,
2001.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01186