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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

55º Congresso anual Vol. 55 , num. 1 (2000)


Título

Novas Aplicações para um Resíduo de Protetivo Ceroso

Novas Aplicações para um Resíduo de Protetivo Ceroso

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C01033

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Resumo

Este trabalho trata da pesquisa de novas utilizações para um resíduo de protetivo ceroso, usado em automóveis. Durante 15 anos, o resíduo foi coletado na Fiat Automóveis S/A, em Betim, Minas Gerais, atingindo um volume de 300.000 litros. A solução comum para o descarte do resíduo seria a incineração, com ônus para a empresa. Assim, foi proposto o estudo de novas alternativas para o aproveitamento do resíduo, analisando-se as vantagens e desvantagens de cada uma. A primeira utilização do produto seria como imunizante de madeira, como veículo ou carga para substâncias tóxicas aos destruidores da madeira. A segunda aplicação levantada foi como impermeabilizante, onde se usaria o resíduo reagido com betume, para ser usado como carga em membrana asfáltica. A miscibilidade existente entre o betume e o resíduo de protetivo possibilitaria seu uso também como carga de asfalto. Entretanto, devido ao seu caráter semi-secativo, deveria ser empregado numa camada interna, logo abaixo da superfície. Finalmente, analisou-se a utilização do resíduo como combustível. O resíduo de protetivo ceroso apresentou um poder calorífico razoável, de cerca de 8.000 Kcal/Kg, próximo ao padrão dos óleos combustíveis, além de um teor de enxofre inferior a 1%, semelhante ao dos combustíveis padrão tipo B.

 

Este trabalho trata da pesquisa de novas utilizações para um resíduo de protetivo ceroso, usado em automóveis. Durante 15 anos, o resíduo foi coletado na Fiat Automóveis S/A, em Betim, Minas Gerais, atingindo um volume de 300.000 litros. A solução comum para o descarte do resíduo seria a incineração, com ônus para a empresa. Assim, foi proposto o estudo de novas alternativas para o aproveitamento do resíduo, analisando-se as vantagens e desvantagens de cada uma. A primeira utilização do produto seria como imunizante de madeira, como veículo ou carga para substâncias tóxicas aos destruidores da madeira. A segunda aplicação levantada foi como impermeabilizante, onde se usaria o resíduo reagido com betume, para ser usado como carga em membrana asfáltica. A miscibilidade existente entre o betume e o resíduo de protetivo possibilitaria seu uso também como carga de asfalto. Entretanto, devido ao seu caráter semi-secativo, deveria ser empregado numa camada interna, logo abaixo da superfície. Finalmente, analisou-se a utilização do resíduo como combustível. O resíduo de protetivo ceroso apresentou um poder calorífico razoável, de cerca de 8.000 Kcal/Kg, próximo ao padrão dos óleos combustíveis, além de um teor de enxofre inferior a 1%, semelhante ao dos combustíveis padrão tipo B.

Palavras-chave

protetivo ceroso, reciclagem, combustível

protetivo ceroso, reciclagem, combustível

Como citar

Lins, Vanessa de Freitas Cunha. Novas Aplicações para um Resíduo de Protetivo Ceroso, p. 2853-2860. In: 55º Congresso anual, Rio de Janeiro, Brasil, 2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01033