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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

59º Congresso anual Vol. 59 , num. 1 (2004)


Título

PARTICULARIDADES DA TRANSMISSÃO HIDRÁULICA DAS PRENSAS PARA A CONFORMAÇÃO A QUENTE DOS METAIS EM CONDIÇÕES ISOTÉRMICAS

PARTICULARIDADES DA TRANSMISSÃO HIDRÁULICA DAS PRENSAS PARA A CONFORMAÇÃO A QUENTE DOS METAIS EM CONDIÇÕES ISOTÉRMICAS

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-3751

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Resumo

Durante a obtenção do produto por conformação plástica a quente, é necessário escolher a tecnologia do tratamento com os regimes termomecânicos determinados. Outra exigência é a aproveitamento das máximas propriedades plásticas do metal para a minimização do número de operações. As possibilidades de escolha e manutenção dos regimes termomecânicos durante a conformação a quente comum são muito limitadas. A diferença entre as temperaturas do tarugo e ferramentas (estampa) pode atingir 800-1000ºC. Por isso, inevitavelmente ocorre a refrigeração (diminuição da temperatura) do tarugo em relação à estampa (ferramenta) fria. Isto provoca a desigualdade do campo da temperatura e também as propriedades mecânicas e plásticas no volume do tarugo. Para diminuir a influência da queda da temperatura, o metal deforma-se com altíssimas velocidades, aumentando a resistência à deformação do mesmo e reduzindo sua plasticidade. Utilizando como base cálculos e testes, o presente trabalho apresenta a elaboração para a transmissão hidráulica nas prensas de 6,30 MN utilizadas na conformação a quente dos metais em condições isotérmicas. O estudo foi feito considerando que a transmissão é realizada separadamente da instalação hidráulica da prensa em um intervalo amplo de velocidade de deformação.

 

Durante a obtenção do produto por conformação plástica a quente, é necessário escolher a tecnologia do tratamento com os regimes termomecânicos determinados. Outra exigência é a aproveitamento das máximas propriedades plásticas do metal para a minimização do número de operações. As possibilidades de escolha e manutenção dos regimes termomecânicos durante a conformação a quente comum são muito limitadas. A diferença entre as temperaturas do tarugo e ferramentas (estampa) pode atingir 800-1000ºC. Por isso, inevitavelmente ocorre a refrigeração (diminuição da temperatura) do tarugo em relação à estampa (ferramenta) fria. Isto provoca a desigualdade do campo da temperatura e também as propriedades mecânicas e plásticas no volume do tarugo. Para diminuir a influência da queda da temperatura, o metal deforma-se com altíssimas velocidades, aumentando a resistência à deformação do mesmo e reduzindo sua plasticidade. Utilizando como base cálculos e testes, o presente trabalho apresenta a elaboração para a transmissão hidráulica nas prensas de 6,30 MN utilizadas na conformação a quente dos metais em condições isotérmicas. O estudo foi feito considerando que a transmissão é realizada separadamente da instalação hidráulica da prensa em um intervalo amplo de velocidade de deformação.

Palavras-chave

Forjamento, deformação plástica, prensa hidráulica

Forjamento, deformação plástica, prensa hidráulica

Como citar

Bobrovnitchii, Guerold S.; Ramalho, Alan M.; Júnior, Apóstolos J. Sideris. PARTICULARIDADES DA TRANSMISSÃO HIDRÁULICA DAS PRENSAS PARA A CONFORMAÇÃO A QUENTE DOS METAIS EM CONDIÇÕES ISOTÉRMICAS, p. 1044-1052. In: 59º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3751