ISSN 2594-5327
52º Congresso anual — Vol. 52 , num. 1 (1997)
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Resumo
O volume mundial gerado de escória de aciaria é da ordem de 84 milhões de toneladas por ano. Por isso a importância de se estudar a sua reciclagem como forma de resolver o problema de armazenagem ou “bota fora” desta escória. Entretanto há alguns inconvenientes no uso deste produto, uma vez que a cal que participa no processo de produção do aço permanece como matéria-prima não reagida presente na escória. Como a cal, em presença de umidade, reage, formando compostos expansivos, limita-se ainda mais o seu uso. Existem alguns usos de escória de aciaria na Construção Civil, principalmente como base, sub-base e revestimento asfáltico em rodovias. Entretanto, seja qual for o reaproveitamento da escória, é necessário um período de “cura” de três meses a um ano. É exatamente este processo lento de cura que pode torná-la não competitiva em certas regiões em comparação com os materiais convencionais. O presente trabalho tem como objetivo apresentar o circuito da escória como resíduo em aciarias elétricas e à oxigênio e, através de uma revisão bibliográfica e de resultados experimentais preliminares, analisar as possibilidades e os fatores que limitam a reutilização de escórias de aciaria como material de Construção Civil, principalmente o seu uso como adição ao cimento Portland na forma de substituição ao mesmo.
O volume mundial gerado de escória de aciaria é da ordem de 84 milhões de toneladas por ano. Por isso a importância de se estudar a sua reciclagem como forma de resolver o problema de armazenagem ou “bota fora” desta escória. Entretanto há alguns inconvenientes no uso deste produto, uma vez que a cal que participa no processo de produção do aço permanece como matéria-prima não reagida presente na escória. Como a cal, em presença de umidade, reage, formando compostos expansivos, limita-se ainda mais o seu uso. Existem alguns usos de escória de aciaria na Construção Civil, principalmente como base, sub-base e revestimento asfáltico em rodovias. Entretanto, seja qual for o reaproveitamento da escória, é necessário um período de “cura” de três meses a um ano. É exatamente este processo lento de cura que pode torná-la não competitiva em certas regiões em comparação com os materiais convencionais. O presente trabalho tem como objetivo apresentar o circuito da escória como resíduo em aciarias elétricas e à oxigênio e, através de uma revisão bibliográfica e de resultados experimentais preliminares, analisar as possibilidades e os fatores que limitam a reutilização de escórias de aciaria como material de Construção Civil, principalmente o seu uso como adição ao cimento Portland na forma de substituição ao mesmo.
Palavras-chave
escória de aciaria, reciclagem
escória de aciaria, reciclagem
Como citar
Geyer, Rejane Tubino; Molin, Denise Dal; Vilela, Antonio C. F..
Possibilidades e Fatores Limitantes da Reutilização de Escórias de Aciaria como Substituição ao Cimento Portland,
p. 1564-1574.
In: 52º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00099-1564-1574