ISSN 2594-5327
55º Congresso anual — Vol. 55 , num. 1 (2000)
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Resumo
O presente trabalho tem como objetivo descrever a técnica de purificação de estanho utilizando o processo de fusão sob vácuo. A purificação de metais pela volatilização de impurezas que apresentem temperaturas de ebulição menores que a do metal a ser purificado é um processo normalmente utilizado. Neste trabalho, foram utilizadas barras de estanho com grau de pureza comercial de 99,8658% como material de partida, apresentando chumbo, bismuto, cobre, antimônio e ferro, como principais impurezas. O processo consistiu em colocar as barras no interior de tubos de quartzo conectados a uma bomba de vácuo. Foi utilizado um forno horizontal resistivo com temperatura máxima operacional de 1000 °C. Após obter-se um vácuo de 8.10⁻⁵ Pa, o forno era ligado e efetuava-se um aquecimento gradual de 100 °C/h, até atingir a temperatura desejada, mantendo-se nesse patamar por 7 horas. Em seguida, o tubo de quartzo era selado, o forno desligado e o conjunto deixado a resfriar no interior do forno. Observou-se, pelos resultados obtidos das análises químicas, que as barras processadas no intervalo de temperatura entre 700 e 800 °C apresentaram apreciável diminuição da concentração de impurezas, tais como: chumbo, bismuto e cobre. Essa fase de purificação é de grande importância, pois permite reduzir o tempo gasto para completar a purificação do metal pelo processo de fusão zonal.
O presente trabalho tem como objetivo descrever a técnica de purificação de estanho utilizando o processo de fusão sob vácuo. A purificação de metais pela volatilização de impurezas que apresentem temperaturas de ebulição menores que a do metal a ser purificado é um processo normalmente utilizado. Neste trabalho, foram utilizadas barras de estanho com grau de pureza comercial de 99,8658% como material de partida, apresentando chumbo, bismuto, cobre, antimônio e ferro, como principais impurezas. O processo consistiu em colocar as barras no interior de tubos de quartzo conectados a uma bomba de vácuo. Foi utilizado um forno horizontal resistivo com temperatura máxima operacional de 1000 °C. Após obter-se um vácuo de 8.10⁻⁵ Pa, o forno era ligado e efetuava-se um aquecimento gradual de 100 °C/h, até atingir a temperatura desejada, mantendo-se nesse patamar por 7 horas. Em seguida, o tubo de quartzo era selado, o forno desligado e o conjunto deixado a resfriar no interior do forno. Observou-se, pelos resultados obtidos das análises químicas, que as barras processadas no intervalo de temperatura entre 700 e 800 °C apresentaram apreciável diminuição da concentração de impurezas, tais como: chumbo, bismuto e cobre. Essa fase de purificação é de grande importância, pois permite reduzir o tempo gasto para completar a purificação do metal pelo processo de fusão zonal.
Palavras-chave
Purificação, Estanho, Volatilização, Fusão sob vácuo
Purificação, Estanho, Volatilização, Fusão sob vácuo
Como citar
Camargo, José Rubens de; Silva, Olivério Moreira Macedo; Kiyan, Carlos; Neto, Carlos de Moura; Melo, Francisco Cristóvão Lourenço de.
PRÉ-PURIFICAÇÃO DE ESTANHO PELO PROCESSO DE FUSÃO SOB VÁCUO,
p. 94-103.
In: 55º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00751