ISSN 2594-5327
55º Congresso anual — Vol. 55 , num. 1 (2000)
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Resumo
A mistura de componentes granulares combinados à água, formam uma mescla, que associada às armaduras metálicas, compõe a estrutura concreto armado. Com o processo de cura, estabelece-se a rigidez necessária para que o concreto armado funcione como um material estrutural, bem como ocorre a formação de hidróxido de cálcio, a partir da reação da cal livre presente na mescla, o que confere ao concreto um caráter básico. Dentre as patologias a que estão sujeitas as estruturas de concreto armado, a carbonatação do concreto e a corrosão das armaduras, são as mais críticas, comprometendo a integridade e capacidade de suporte. A porosidade inerente ao concreto permite a difusão de gás carbônico e água através de seus poros e consequentemente sua reação com hidróxido de cálcio formando carbonato de cálcio. Neste processo, a camada passivadora do ferro é penetrada por oxigênio e umidade permitindo a formação de óxidos com maior volume dando origem a diversas tensões internas gerando deslocamentos do concreto. Neste trabalho procurou-se estabelecer os parâmetros que estão relacionados ao início do processo desta forma de corrosão e avaliou-se o comportamento de aditivos orgânicos e passíveis de serem incorporados na mescla de modo que o processo de corrosão seja significativamente inibido.
A mistura de componentes granulares combinados à água, formam uma mescla, que associada às armaduras metálicas, compõe a estrutura concreto armado. Com o processo de cura, estabelece-se a rigidez necessária para que o concreto armado funcione como um material estrutural, bem como ocorre a formação de hidróxido de cálcio, a partir da reação da cal livre presente na mescla, o que confere ao concreto um caráter básico. Dentre as patologias a que estão sujeitas as estruturas de concreto armado, a carbonatação do concreto e a corrosão das armaduras, são as mais críticas, comprometendo a integridade e capacidade de suporte. A porosidade inerente ao concreto permite a difusão de gás carbônico e água através de seus poros e consequentemente sua reação com hidróxido de cálcio formando carbonato de cálcio. Neste processo, a camada passivadora do ferro é penetrada por oxigênio e umidade permitindo a formação de óxidos com maior volume dando origem a diversas tensões internas gerando deslocamentos do concreto. Neste trabalho procurou-se estabelecer os parâmetros que estão relacionados ao início do processo desta forma de corrosão e avaliou-se o comportamento de aditivos orgânicos e passíveis de serem incorporados na mescla de modo que o processo de corrosão seja significativamente inibido.
Palavras-chave
corrosão, inibidores, armaduras
corrosão, inibidores, armaduras
Como citar
Martins, Marcello; Macedo, Luiz Fernando Reis de; Filgueiras, Maria Regina Tavares.
PROCESSOS DE INIBIÇÃO DA CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO,
p. 453-462.
In: 55º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00789