ISSN 2594-5327
55º Congresso anual — Vol. 55 , num. 1 (2000)
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Resumo
Pós de ferritas de praseodímio e európio foram produzidos a partir de soluções aquosas de sulfato ferroso e de cloretos de praseodímio e európio pelo método da co-precipitação usando KOH como agente titulante. Os precipitados foram filtrados, lavados com água destilada para eliminar elementos indesejáveis (S, Cl e K) e deixados em repouso por 24 horas, antes da secagem em estufa a 105°C. O pó resultante foi submetido às análises térmicas e de perda de massa por termogravimetria (TG/DTA), a fim de investigar a formação em diferentes ortoferritas de alguma granada. O pó foi, então, calcinado a 900°C por 2 horas, sendo o produto obtido moído a seguir módico, classificado em análise granulométrica e submetido a análise química por fluorescência de raios-X, à Difração de Raios-X e Microscopia Eletrônica de Varredura. Adicionou-se PVA ao pó de prensagem, e um ensaio foi realizado de fim de verificar as propriedades magnéticas dos materiais via suas amostras prensadas. A prensagem a 1000°C gerou pastilhas que se romperam facilmente, mas os problemas experimentais inviabilizaram tal análise. O pó final calcinado a 1400°C por 4 horas foi testado posterior análise magnética utilizando um magnetômetro de amostra vibrante
Pós de ferritas de praseodímio e európio foram produzidos a partir de soluções aquosas de sulfato ferroso e de cloretos de praseodímio e európio pelo método da co-precipitação usando KOH como agente titulante. Os precipitados foram filtrados, lavados com água destilada para eliminar elementos indesejáveis (S, Cl e K) e deixados em repouso por 24 horas, antes da secagem em estufa a 105°C. O pó resultante foi submetido às análises térmicas e de perda de massa por termogravimetria (TG/DTA), a fim de investigar a formação em diferentes ortoferritas de alguma granada. O pó foi, então, calcinado a 900°C por 2 horas, sendo o produto obtido moído a seguir módico, classificado em análise granulométrica e submetido a análise química por fluorescência de raios-X, à Difração de Raios-X e Microscopia Eletrônica de Varredura. Adicionou-se PVA ao pó de prensagem, e um ensaio foi realizado de fim de verificar as propriedades magnéticas dos materiais via suas amostras prensadas. A prensagem a 1000°C gerou pastilhas que se romperam facilmente, mas os problemas experimentais inviabilizaram tal análise. O pó final calcinado a 1400°C por 4 horas foi testado posterior análise magnética utilizando um magnetômetro de amostra vibrante
Palavras-chave
ferritas de praseodímio-európio, co-precipitação, magnetômetro, propriedades magnéticas, análise térmica
ferritas de praseodímio-európio, co-precipitação, magnetômetro, propriedades magnéticas, análise térmica
Como citar
Cafferana, Valeska da Rocha; Marins, Sandra da Silva; Ogasawara, Tsuneharu; Novak, Miguel Alexandre.
PROPRIEDADES MAGNÉTICAS DE FERRITAS DE PRASEODÍMIO-EURÓPIO OBTIDAS POR CO-PRECIPITAÇÃO,
p. 1484-1493.
In: 55º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00887