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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

54º Congresso anual Vol. 54 , num. 1 (1999)


Título

REAPROVEITAMENTO DA ESCÓRIA NO PROCESSO DE FABRICAÇÃO DO AÇO INOXIDÁVEL

REAPROVEITAMENTO DA ESCÓRIA NO PROCESSO DE FABRICAÇÃO DO AÇO INOXIDÁVEL

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00686

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Resumo

O presente trabalho tem a finalidade de analisar, via termodinâmica computacional, o reaproveitamento da escória no processo de fabricação do aço inoxidável. A escória de aço inox gerada é descartada no processo pode conter altos teores de óxido de cromo, em torno de 18%. Por este motivo, toda escória gerada deve ser mantida em galpão coberto, pois sua exposição ao ar e utilização como subproduto são proibidas pela FEPAM (órgão de proteção ambiental do Rio Grande do Sul) que, de acordo com as normas de proteção ambiental, considera cromo um elemento perigoso. A forma de reaproveitamento estudada, com a substituição de 5 a 20% do escorificante (cal calcítico) pela escória gerada, no próprio processo, pode vir a diminuir sua estocagem. Este estudo torna-se importante também porque pode influenciar positivamente questões fundamentais da indústria atual, tais como proteção ambiental, preservação de reservas naturais, diminuição do custo de produção e otimização do processo de fabricação do aço. Além disso, a perda de cromo por oxidação, no processo, pode ser minimizada devido ao teor de óxido deste elemento na escória. O processo foi modelado por termodinâmica computacional utilizando o programa ChemSage. Para tanto, as variações do processo industrial foram consideradas para que seja possível predizer a utilização da escória via ChemSage. Paralelamente, a escória processada é caracterizada química, térmica e estruturalmente, para contribuir na direção de viabilizar seu reaproveitamento industrial.

 

O presente trabalho tem a finalidade de analisar, via termodinâmica computacional, o reaproveitamento da escória no processo de fabricação do aço inoxidável. A escória de aço inox gerada é descartada no processo pode conter altos teores de óxido de cromo, em torno de 18%. Por este motivo, toda escória gerada deve ser mantida em galpão coberto, pois sua exposição ao ar e utilização como subproduto são proibidas pela FEPAM (órgão de proteção ambiental do Rio Grande do Sul) que, de acordo com as normas de proteção ambiental, considera cromo um elemento perigoso. A forma de reaproveitamento estudada, com a substituição de 5 a 20% do escorificante (cal calcítico) pela escória gerada, no próprio processo, pode vir a diminuir sua estocagem. Este estudo torna-se importante também porque pode influenciar positivamente questões fundamentais da indústria atual, tais como proteção ambiental, preservação de reservas naturais, diminuição do custo de produção e otimização do processo de fabricação do aço. Além disso, a perda de cromo por oxidação, no processo, pode ser minimizada devido ao teor de óxido deste elemento na escória. O processo foi modelado por termodinâmica computacional utilizando o programa ChemSage. Para tanto, as variações do processo industrial foram consideradas para que seja possível predizer a utilização da escória via ChemSage. Paralelamente, a escória processada é caracterizada química, térmica e estruturalmente, para contribuir na direção de viabilizar seu reaproveitamento industrial.

Palavras-chave

escória, aço inoxidável, reaproveitamento, escorificante

escória, aço inoxidável, reaproveitamento, escorificante

Como citar

Zettermann, Leila Ferreira; Moraes, Carlos Alberto Mendes; Kempka, Anderson; Vilela, Antônio Cezar Faria. REAPROVEITAMENTO DA ESCÓRIA NO PROCESSO DE FABRICAÇÃO DO AÇO INOXIDÁVEL, p. 1521-1529. In: 54º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00686