ISSN 2594-5327
53º Congresso anual — Vol. 53 , num. 1 (1998)
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Resumo
Na reciclagem de sucata de alumínio emprega-se uma cobertura salina (borra) no forno de fusão da sucata – normalmente uma mistura eutética NaCl-KCl adicionada ou não de algum fluoreto – com o intuito de melhorar a transferência de calor, proteger o metal contra a oxidação e atuar como fluxo, facilitando o coalescimento de gotas de alumínio líquido. Esta cobertura, após a fusão e tratamento metalúrgico do banho, é removida e – em tese – pode ser reciclada, evitando-se, com isto, a geração de resíduos sólidos. Infelizmente a proteção não é completa e ocorre oxidação do alumínio; parte do óxido mistura-se ao sal, juntamente com outros materiais – óxidos ou metais – introduzidos no processo de várias maneiras como, por exemplo, junto com a sucata. Como resultado, a borra contamina-se e o sal não é prontamente reciclado no processo. Além disso, algum alumínio metálico fica entranhado mecanicamente na borra e é arrastado pelo sal quando este é retirado do forno, contribuindo ainda para diminuir a eficiência do processo de fusão da sucata. A recuperação deste alumínio e a necessidade de se evitar o acúmulo de resíduos sólidos, forçam a reciclagem desta mistura salina. O presente trabalho trata de aspectos fundamentais e de resultados experimentais do estudo da reciclagem da borra salina gerada no forno de fusão de sucata de alumínio e do resíduo sólido gerado em sua remoção. Neste estudo avaliou-se a separação de óxidos de alumínio presentes na mistura em função da granulometria do material e da adição de fluxo. Além disso, foi feita a fusão dos resíduos sólidos insolúveis, tendo em vista o seu futuro emprego em outros processos.
Na reciclagem de sucata de alumínio emprega-se uma cobertura salina (borra) no forno de fusão da sucata – normalmente uma mistura eutética NaCl-KCl adicionada ou não de algum fluoreto – com o intuito de melhorar a transferência de calor, proteger o metal contra a oxidação e atuar como fluxo, facilitando o coalescimento de gotas de alumínio líquido. Esta cobertura, após a fusão e tratamento metalúrgico do banho, é removida e – em tese – pode ser reciclada, evitando-se, com isto, a geração de resíduos sólidos. Infelizmente a proteção não é completa e ocorre oxidação do alumínio; parte do óxido mistura-se ao sal, juntamente com outros materiais – óxidos ou metais – introduzidos no processo de várias maneiras como, por exemplo, junto com a sucata. Como resultado, a borra contamina-se e o sal não é prontamente reciclado no processo. Além disso, algum alumínio metálico fica entranhado mecanicamente na borra e é arrastado pelo sal quando este é retirado do forno, contribuindo ainda para diminuir a eficiência do processo de fusão da sucata. A recuperação deste alumínio e a necessidade de se evitar o acúmulo de resíduos sólidos, forçam a reciclagem desta mistura salina. O presente trabalho trata de aspectos fundamentais e de resultados experimentais do estudo da reciclagem da borra salina gerada no forno de fusão de sucata de alumínio e do resíduo sólido gerado em sua remoção. Neste estudo avaliou-se a separação de óxidos de alumínio presentes na mistura em função da granulometria do material e da adição de fluxo. Além disso, foi feita a fusão dos resíduos sólidos insolúveis, tendo em vista o seu futuro emprego em outros processos.
Palavras-chave
alumínio, borra salina, reciclagem
alumínio, borra salina, reciclagem
Como citar
Heck, Nestor Cezar; Diehl, Marlos Dias; Gomes, Remy Fae; Andrade, Everton Vargas; Ocampo, Edwin José Figueroa; Assis, Elmar José Guedes de.
Reciclagem da Borra Salina Gerada na Fusão da Sucata de Alumínio,
p. 1415-1425.
In: 53º Congresso anual,
Belo Horizonte, Brasil,
1998.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00439